Por Alan Correa
RS confirma primeiro caso de mpox em 2026, paciente é de Porto Alegre e reforça que o vírus não sumiu do mapa. Entenda o cenário.
Após 21 casos em 2024 e 22 em 2025, 2026 começa com um confirmado, nove descartados e dois sob investigação. Vigilância segue ativa.
Mpox causa lesões na pele, febre e dor no corpo. Transmissão ocorre por contato direto e objetos contaminados, exige atenção.
Secretaria orienta higienizar mãos, não compartilhar objetos e evitar contato com lesões suspeitas. Sintomas pedem atendimento imediato.
Vacinação prioriza grupos com maior risco, como pessoas com HIV e profissionais de laboratório. Estado já aplicou 865 doses.
Caso não muda status do RS, mas reforça vigilância e cuidado diário. Para entender detalhes e orientações, leia a matéria completa.