Por Alan Corrêa / 22/06/2026
Em 2014, o Gol ganhou roupas de Copa e virou lembrança de uma época em que futebol, ruas e vitrines falavam a mesma língua.
A Volkswagen preservou a essência do hatch, mas usou adesivos, emblemas, rodas e acabamento próprio para criar outra identidade.
A edição tinha motores 1.0 ou 1.6 EA111, câmbio manual ou I-Motion e apostava mais no apelo emocional que no desempenho.
Por dentro e por fora, os detalhes ligados à Seleção davam ao Gol comum um ar especial sem afastá-lo da proposta acessível.
O momento ajudou: o Gol ainda dominava as vendas e a Copa no Brasil transformava qualquer referência ao futebol em desejo.
Mais de uma década depois, o Gol Seleção segue lembrado não pela técnica, mas por ter virado uma cápsula daquele Brasil de 2014.