Carregar peso de verdade, puxar reboque grande e seguir viagem sem olhar o retrovisor para o motor é o tipo de rotina que separa picape de imagem de picape de função. A Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 Diesel entra exatamente nesse ponto do mercado, o de quem usa o veículo como ferramenta, não como acessório urbano. O tamanho incomoda na cidade, o custo assusta no papel, mas a previsibilidade mecânica e a sensação de sobra técnica explicam por que ela é escolhida por quem depende do carro para trabalhar e rodar longe.

Na prática, a Ranger resolve com números que impactam a vida real. O conjunto entrega motor V6 turbodiesel de 250 cv e 61,2 kgfm de torque, permitindo aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos mesmo carregada, algo que reduz esforço em ultrapassagens e retomadas na estrada. O consumo não tenta agradar, fica em 8,9 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada, mas compensa com autonomia rodoviária que passa de 800 km, essencial para quem trabalha fora de grandes centros. A caçamba de 1.250 litros e a carga útil acima de uma tonelada não são argumento de marketing, são rotina.
“Eu compraria a Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 Diesel apenas se precisasse de força de verdade no dia a dia, para carregar peso, rebocar até 3.100 kg ou rodar longas distâncias sem medo do limite mecânico. O V6 turbodiesel é o grande acerto, entrega torque fácil, estabilidade em estrada e sobra técnica com carga cheia. O lado negativo aparece fora desse cenário, é grande, pesada, consome bastante na cidade e custa caro para manter. Para uso urbano puro, não faz sentido, mas como ferramenta de trabalho e viagem longa, funciona exatamente como promete.”
Entre donos e avaliadores, a reação segue o mesmo padrão. Há elogios constantes ao fôlego do V6, à estabilidade em estrada ruim e ao conforto do interior em viagens longas, especialmente pelo silêncio e pela direção elétrica mais leve do que a Ranger antiga. Ao mesmo tempo, surgem críticas objetivas ao custo de manutenção, revisões caras e relatos pontuais de pós-venda lento quando algo sai do script, um risco conhecido de picapes grandes e complexas.
Os pontos negativos aparecem quando ela sai do ambiente certo. Peso alto, consumo urbano elevado e dimensões que complicam o dia a dia em trânsito pesado afastam quem busca uso majoritariamente urbano. Proprietários também deixam claro que manter uma Ranger V6 passa fácil dos R$ 35 mil por ano somando seguro, IPVA, diesel e revisões. Ainda assim, para quem precisa carregar, rebocar, viajar e voltar sem sensação de limite mecânico, a Ranger XLS V6 segue sendo vista como escolha lógica, não emocional.
A Ranger XLS V6 responde com facilidade em qualquer cenário. O conjunto entrega aceleração de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, número relevante para uma picape média com mais de duas toneladas. Na prática, isso se traduz em retomadas seguras em rodovias de pista simples e menos esforço ao subir serra com carga. O motor V6 turbodiesel privilegia torque e durabilidade, características valorizadas por quem depende do veículo todos os dias.

Consumo nunca foi o foco principal de uma picape desse porte, mas a Ranger equilibra bem o conjunto. O consumo fica em 8,9 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada, permitindo autonomia rodoviária que ultrapassa 800 km. Isso reduz paradas frequentes e faz diferença real para quem trabalha fora dos grandes centros ou cruza estados com frequência.

Apesar da proposta utilitária, o interior entrega conforto acima do esperado para longas jornadas. A direção elétrica alivia manobras, o isolamento acústico melhora o cansaço em viagens e a suspensão filtra bem irregularidades de estrada de terra. A tecnologia embarcada facilita a rotina com conectividade, controles intuitivos e assistências que reduzem esforço ao dirigir, tornando o uso diário menos cansativo mesmo em um veículo grande.

A Ranger XLS V6 é clara sobre para quem ela existe. Ela faz sentido para quem precisa carregar mais de uma tonelada, rebocar até 3.100 kg e rodar longas distâncias com segurança mecânica. Fora desse cenário, o peso elevado, o consumo urbano alto e o custo anual de manutenção afastam quem busca praticidade na cidade. Donos costumam elogiar robustez, desempenho e conforto em estrada, mas também destacam revisões caras e despesas fixas elevadas. É uma picape para quem precisa dela, não para quem apenas gosta da ideia de ter uma.
| Ano | 2026 |
|---|---|
| Propulsão | Combustão |
| Combustível | Diesel |
| Procedência | Importado |
| Configuração | Picape |
| Porte | Médio |
| Lugares | 5 |
| Portas | 4 |
| Geração | 3 |
| Plataforma | T6 |
| Série | P703 |
| Valor aproximado | R$ 304 mil |
|---|
| Instalação | Dianteiro |
|---|---|
| Aspiração | Turbocompressor |
| Disposição | Longitudinal |
| Alimentação | Injeção direta |
| Cilindros | 6 em V |
| Comando de válvulas | Duplo no cabeçote |
| Válvulas por cilindro | 4 |
| Cilindrada unitária | 499 cm³ |
| Deslocamento | 2993 cm³ |
| Razão de compressão | 16:1 |
| Diâmetro do cilindro | 84 mm |
| Curso do pistão | 90 mm |
| Potência máxima | 250 cv a 3.250 rpm |
| Torque máximo | 61,2 kgfm a 1.750 rpm |
| Código do motor | Lion |
| Viscosidade do óleo | 5W-30 |
| Peso/potência | 9,06 kg/cv |
| Peso/torque | 37,0 kg/kgfm |
| Potência específica | 83,5 cv/litro |
| Torque específico | 20,4 kgfm/litro |
| Tipo | Automático |
|---|---|
| Tração | Integral temporária |
| Marchas | 10 |
| Código do câmbio | 10R80 |
| Acoplamento | Conversor de torque |
| Dianteira | Independente, braços sobrepostos, mola helicoidal |
|---|---|
| Traseira | Eixo rígido, feixe de molas semielípticas |
| Dianteiros | Disco ventilado |
|---|---|
| Traseiros | Disco ventilado |
| Assistência | Elétrica |
|---|---|
| Diâmetro de giro | 12,8 m |
| Medidas | 255/70 R17 |
|---|---|
| Estepe | 255/70 R17 |
| Altura do flanco | 179 mm |
| Comprimento | 5.354 mm |
|---|---|
| Largura | 1.918 mm |
| Distância entre-eixos | 3.270 mm |
| Altura | 1.886 mm |
| Peso | 2.266 kg |
| Altura mínima do solo | 235 mm |
| Caçamba | 1.250 litros |
| Carga útil | 1.054 kg |
| Reboque com freio | 3.100 kg |
| Tanque de combustível | 80 litros |
| Ângulo de entrada | 30° |
| Ângulo de saída | 26° |
| Ângulo central | 22° |
| Travessia de água | 800 mm |
| Rampa máxima | 35° |
| Inclinação lateral máxima | 35° |
| Velocidade máxima | 187 km/h |
|---|---|
| Aceleração 0–100 km/h | 9,2 s |
| Urbano | 8,9 km/l (diesel) |
|---|---|
| Rodoviário | 10,2 km/l (diesel) |
| Urbana | 712 km |
|---|---|
| Rodoviária | 816 km |
| Freios ABS |
| Airbags frontais |
| Airbags laterais |
| Airbags de cortina |
| Controle de estabilidade |
| Controle de tração |
| Assistente de partida em rampa |
| Controle automático de descida |
| Freios a disco nas quatro rodas |
| Câmera traseira para manobras |
| Sensores de estacionamento traseiro |
| Faróis de LED |
| Faróis de neblina |
| Luz de condução diurna |
| Travamento central das portas |
| ISOFIX para cadeiras infantis |
| Chamada de assistência de emergência |
| Assistência na recuperação veicular |
| Vetorização de torque |
| Ar-condicionado |
| Saída de ar para o banco traseiro |
| Direção elétrica |
| Banco do motorista com ajuste de altura |
| Apoio de braço para o motorista |
| Câmbio automático |
| Ajuste do volante em altura |
| Ajuste do volante em profundidade |
| Controle automático de velocidade |
| Limitador de velocidade |
| Vidros elétricos dianteiros |
| Vidros elétricos traseiros |
| Ajuste elétrico dos retrovisores |
| Rodas de liga leve |
| Banco traseiro rebatível |
| Luz no porta-luvas |
| Luz de teto traseira |
| Destravamento interno da tampa de combustível |
| Sistema start-stop |
| Acionamento remoto do motor |
| Freio de estacionamento eletromecânico |
| Auto Hold |
| Alças de segurança no teto |
| Rádio |
| Conexão USB |
| Conexão Bluetooth |
| Tomada de 12 volts |
| Volante multifuncional |
| Computador de bordo |
| Conta-giros |
| Indicador de temperatura externa |
| Espelhamento da tela do celular |
| Carregador de celular por indução |
| Comandos do veículo por aplicativo |
| Informações do veículo por aplicativo |
O Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 entrega desempenho consistente tanto no uso urbano quanto em estrada. O motor V6 turbodiesel de 250 cv garante respostas rápidas em ultrapassagens e mantém ritmo confortável mesmo com carga na caçamba. O câmbio automático de dez marchas trabalha de forma suave, mantendo rotações baixas em cruzeiro. O conjunto mostra bom equilíbrio entre força e controle, favorecendo viagens longas e uso profissional sem exigir esforço do motorista.
O consumo do Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 está dentro do esperado para uma picape média com motor V6 e tração integral. As médias de 8,9 km/l na cidade e 10,2 km/l na estrada refletem o foco em desempenho e capacidade de carga. Em rodovia, o câmbio longo ajuda a reduzir giros, ampliando a autonomia. No uso urbano, o peso elevado influencia, mas o resultado permanece competitivo no segmento.
O interior do Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 oferece ambiente funcional e confortável para longos períodos ao volante. A posição de dirigir elevada facilita a leitura do tráfego, enquanto direção elétrica e ajustes de volante contribuem para ergonomia correta. O isolamento acústico mostra bom nível, mesmo em estrada. Há espaço adequado para cinco ocupantes, com saída de ar traseira e comandos bem distribuídos, favorecendo uso familiar e profissional.
O Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 mostra vocação clara para trabalho pesado. A carga útil de 1.054 kg e a caçamba de 1.250 litros atendem transporte de equipamentos e materiais com segurança. A tração integral temporária amplia a capacidade em pisos irregulares, enquanto a altura do solo de 235 mm facilita acesso a áreas rurais e obras. O conjunto estrutural transmite robustez e estabilidade em uso contínuo.
Entre os pontos de atenção do Ford Ranger XLS 3.0 V6 2026 está o peso elevado, que reduz a agilidade em manobras urbanas e curvas fechadas. O porte grande exige mais cuidado em vagas e ruas estreitas. O custo de manutenção também tende a ser superior ao de picapes menores, refletindo o motor V6 e o nível de equipamentos. Ainda assim, o conjunto compensa para quem prioriza força e versatilidade.











