Como supercomputadores e simulações cegas resolveram mistério físico que desafiava a ciência há 20 anos

Em 2025, o supercomputador Hawk selou o fim de uma das maiores polêmicas da física moderna. Durante décadas, o magnetismo do múon fugiu às previsões teóricas, sugerindo a existência de novas partículas. Mas simulações com dados "às cegas" mostraram que o problema estava nos cálculos antigos, baseados em colisões de elétrons e pósitrons. A força nuclear forte foi recalculada, a teoria ajustada, e o alerta de nova física perdeu força. A hipótese do fóton escuro, no entanto, segue em debate.
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