Harry Styles Show 2026: conheça a coleção de carros do cantor; tour confirmado em São Paulo em julho
Pontos Principais:
- Harry Styles é conhecido por possuir modelos clássicos de Ferrari e Jaguar, priorizando carros com valor histórico e apelo emocional.
- A coleção reforça a valorização de esportivos antigos como ativos que tendem a se valorizar no mercado internacional.
- Os clássicos representam um estilo de vida ligado à experiência de dirigir e à estética analógica, em contraste com a mobilidade elétrica.
- A escolha do cantor evidencia que carros históricos funcionam como símbolo cultural, investimento e identidade pessoal.

Harry Styles construiu uma garagem que virou manifesto: enquanto a indústria corre para os elétricos, o cantor aposta em Ferrari e Jaguar clássicos e transforma o passado em estilo, investimento e identidade.
Não é uma excentricidade. É escolha. Em tempos de telas no painel, silêncio de motores e promessas de autonomia, o artista britânico se cerca de carros que fazem barulho, cheiram a gasolina e contam histórias. Modelos que não pedem atualização de software, mas respeito pelo tempo.
🎸 Clássicos como extensão de personalidade
Quem acompanha Harry Styles fora dos palcos percebe que sua estética sempre flertou com o retrô. Roupas inspiradas nos anos 70, referências à era analógica da música e, agora, uma garagem que segue a mesma lógica. Um Jaguar E-Type não é apenas um carro bonito. É um símbolo de uma época em que dirigir era parte do espetáculo.
O mesmo vale para as Ferrari de gerações passadas que o cantor coleciona. Não são superesportivos de números frios, são máquinas com alma, ruído metálico e direção que exige braço, atenção e sensibilidade. Para quem vive de palco, luz e emoção, faz sentido escolher veículos que também entregam experiência, não só eficiência.
🛠️ O valor que o tempo constrói
No mercado de colecionáveis, o relógio costuma trabalhar a favor. Carros clássicos bem preservados seguem uma lógica diferente da dos modelos novos. Não sofrem a mesma curva de depreciação acelerada. Pelo contrário, ganham status, raridade e, muitas vezes, valorização.
Enquanto um elétrico de última geração pode se tornar obsoleto em poucos anos, um Jaguar E-Type ou uma Ferrari Dino carrega um pedigree que não envelhece. Eles atravessam décadas mantendo — e ampliando — o interesse de colecionadores, investidores e entusiastas.
No universo de celebridades, isso também pesa. Um clássico na garagem comunica cultura, bom gosto e permanência. Não é só ostentação, é curadoria.
⚡ O contraste com a onda futurista
A indústria empurra a eletrificação como caminho sem volta. Autonomia, recarga rápida, conectividade total. Tudo muito eficiente. Tudo muito silencioso. Para parte dos apaixonados por carros, falta algo que não se mede em quilowatts: emoção.
Harry Styles até flerta com o mundo moderno, mas sua preferência pública aponta para o oposto do discurso dominante. Em vez de abraçar apenas o futuro, ele preserva o passado como quem protege um vinil em meio ao streaming. Não é rejeição à tecnologia. É apego à experiência sensorial.
📈 Clássicos como ativo e como estilo de vida
No mercado global, carros históricos passaram a ser tratados como obras de arte sobre rodas. Leilões milionários, clubes exclusivos, restaurações minuciosas. Ter um desses modelos é, ao mesmo tempo, investimento e declaração estética.
| Modelo clássico | Origem | Status no mercado | Perfil de comprador |
|---|---|---|---|
| Jaguar E-Type | Reino Unido | Ícone de design e valorização constante | Colecionadores e entusiastas históricos |
| Ferrari Dino | Itália | Esportivo raro e altamente disputado | Investidores e puristas da marca |
| Mercedes-Benz Pagoda | Alemanha | Clássico premium de elegância atemporal | Mercado de luxo e restauração |
Esses carros não são comprados por ficha técnica. São escolhidos por história, por som, por sensação ao volante. São ativos que se dirigem, se exibem e se contemplam.
🧭 Entre o futuro e a memória
Ao cercar-se de máquinas analógicas em plena era digital, Harry Styles envia uma mensagem clara: nem todo progresso precisa apagar o passado. Para ele, os clássicos representam mais do que transporte. São cápsulas do tempo, investimentos emocionais e financeiros, e uma forma de viver o automóvel como cultura, não apenas como tecnologia.
No embate entre baterias e carburadores, o cantor escolhe a história. E, ao fazer isso, transforma sua garagem em algo maior que uma coleção: um posicionamento.
Harry Styles confirma dois shows em São Paulo em julho de 2026 com nova turnê
Harry Styles anunciou a turnê mundial Together, Together e confirmou dois shows em São Paulo, marcados para os dias 17 e 18 de julho de 2026, no Estádio do Morumbis. O cantor volta ao Brasil após três anos, depois do sucesso da passagem em 2022, quando esgotou duas noites no Allianz Parque.
Os ingressos começam em R$ 265 e serão vendidos pela Ticketmaster Brasil. A expectativa é de alta demanda, repetindo o padrão de lotação observado nas últimas turnês. A abertura das apresentações na capital paulista ficará por conta da banda norte-americana Fcukers.
A nova turnê inclui cerca de 50 shows em países como Holanda, Reino Unido, México, Estados Unidos e Austrália, com temporadas prolongadas em cidades como Londres, Nova York e Amsterdã. A organização alerta que as datas podem sofrer alterações.
Datas da turnê “Together, Together”
- Amsterdã, Holanda, 16, 17, 20, 22, 23 e 26 de maio de 2026
- Londres, Reino Unido, 12, 13, 17, 19, 20 e 23 de junho de 2026
- São Paulo, Brasil, 17 e 18 de julho de 2026
- Cidade do México, México, 31 de julho e 1º de agosto de 2026
- Nova York, Estados Unidos, entre 26 de agosto e 31 de outubro de 2026
- Melbourne, Austrália, 27 e 28 de novembro de 2026
- Sydney, Austrália, 12 e 13 de dezembro de 2026














