Schumacher hoje: piloto acordou e volta a sair da cama e passa a circular de cadeira de rodas em casa, diz jornal britânico

Schumacher volta a sair da cama e usar cadeira de rodas, segundo jornal britânico; melhora ocorre 12 anos após acidente de esqui e exige cuidados 24h na Suíça.
Publicado por em Famosos dia | Atualizado em

Pontos Principais:

  • Michael Schumacher deixou de ficar restrito à cama e passou a se locomover em cadeira de rodas dentro de casa.
  • A informação foi publicada pelo jornal britânico Daily Mail, com base em fontes próximas ao ex-piloto.
  • A melhora ocorre 12 anos após o grave acidente de esqui sofrido em dezembro de 2013, nos Alpes.
  • Schumacher vive em Gland, na Suíça, sob cuidados médicos permanentes, com equipe 24 horas por dia.
  • O estado de saúde segue mantido em sigilo pela família, mas a mudança altera a rotina e reacende esperança entre fãs.
Jornal britanico diz que Schumacher deixou de ficar acamado e passou a circular em cadeira de rodas em casa, na Suica, apos leve melhora 12 anos apos acidente - Foto: Handler / Wikipedia
Jornal britanico diz que Schumacher deixou de ficar acamado e passou a circular em cadeira de rodas em casa, na Suica, apos leve melhora 12 anos apos acidente – Foto: Handler / Wikipedia

Michael Schumacher deixou de ficar restrito à cama e passou a circular em cadeira de rodas dentro de sua residência em Gland, na Suíça, segundo o jornal Daily Mail. A mudança, descrita como uma melhora recente, recoloca o heptacampeão da Fórmula 1 no centro de um tema que a família mantém sob silêncio desde o acidente de dezembro de 2013: o que, de fato, mudou na rotina do ex-piloto.

A reportagem do tabloide britânico afirma que Schumacher, hoje com 57 anos, teve uma evolução considerada “sensível” nos últimos tempos, o suficiente para não permanecer mais acamado o tempo todo. O texto também diz que ele segue sob cuidados constantes, acompanhado 24 horas por dia por uma equipe de enfermeiros e terapeutas.

O relato chama atenção não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A vida de Schumacher virou uma bolha desde o acidente de esqui que interrompeu, de forma abrupta, a história do piloto que dominou uma era. Por 12 anos, quase tudo que se ouviu sobre seu estado de saúde veio em doses mínimas, sempre com a mesma linha: privacidade total, rotina blindada, informação controlada.

Segundo uma fonte citada pelo Daily Mail, “o sentimento é de que ele entende algumas das coisas que acontecem ao seu redor, mas provavelmente não todas”.

O jornal também menciona o peso financeiro dessa estrutura de assistência. Sem entrar em detalhes de procedimentos ou rotinas, a publicação afirma que o custo dos cuidados médicos é de “dezenas de milhares de libras por semana”, um valor compatível com um acompanhamento permanente, em regime praticamente hospitalar, mas realizado dentro de casa.

Dado Informação publicada
Local Gland, Suíça
Acidente dezembro de 2013 (esqui)
Idade 57 anos
Rotina Cuidados 24 horas com enfermeiros e terapeutas
Mobilidade Não fica só na cama, circula em cadeira de rodas
Custo “dezenas de milhares de libras por semana”

No automobilismo, Schumacher nunca foi apenas um multicampeão. Ele foi o tipo de piloto que construiu a própria marca pela repetição incansável do mesmo gesto: chegar antes, treinar mais, exigir mais. A notícia de que ele volta a sair da cama, ainda que dentro de limites e com suporte, tem um peso simbólico para quem viu essa disciplina virar título.

A carreira que virou referência

Segundo a CNN, antes do silêncio, houve duas carreiras dentro da mesma carreira. Schumacher competiu na Fórmula 1 em dois períodos, de 1991 a 2006 e depois de 2010 a 2012, e passou por quatro equipes em momentos distintos da categoria.

  • Jordan (1991)
  • Benetton (1991-1995)
  • Ferrari (1996-2006)
  • Mercedes (2010-2012)

Os 7 títulos vieram em 1994, 1995, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004, uma sequência que ainda serve como régua para qualquer discussão sobre grandeza na F1.

Por que esse tipo de informação repercute tanto

Quando um nome é do tamanho de Michael Schumacher, qualquer detalhe vira manchete porque o público não está atrás de curiosidade vazia, está tentando encaixar uma peça que falta há anos. A família, liderada por Corinna Schumacher, escolheu o caminho do silêncio desde o início, e ele tem sido mantido com rigor.

A mesma reportagem lembra que Schumacher é casado com Corinna desde 1995 e tem dois filhos, Gina-Maria e Mick Schumacher. Ela compete no hipismo nos Estados Unidos, e ele seguiu no automobilismo, com passagem pela Fórmula 1 em 2021-2022, além de disputar o Mundial de Endurance da FIA.

A notícia, do jeito que está posta, não muda o quadro completo, mas altera a fotografia do dia a dia: menos imobilidade, mais deslocamento dentro de casa, sempre com assistência. Para um personagem que viveu a carreira inteira em movimento, isso já explica por que o mundo presta atenção.

Alan Corrêa
Alan Correa
Jornalista automotivo (MTB: 0075964/SP) e analista de mercado. Especialista em traduzir a engenharia de lançamentos e monitorar a desvalorização de usados. No Carro.Blog.br, assina testes técnicos e guias de compra com foco em durabilidade e custo-benefício.