O concurso 2964 não teve acertador das seis dezenas. Com isso, a Mega-Sena acumulou e a estimativa do próximo sorteio ficou em R$ 92.000.000,00.
O resultado da Mega-Sena concurso 2964, sorteado no sábado (24/01/2026), terminou sem ganhador na sena e fez o prêmio acumular. A CAIXA apontou estimativa de R$ 92.000.000,00 para o próximo sorteio, na terça-feira (27/01/2026), às 21h.
Quando um prêmio chega nesse tamanho, ele muda o tipo de decisão que a pessoa toma. O assunto deixa de ser Financiamento e vira Preço à vista, negociação e proteção de patrimônio. Dinheiro desse nível abre portas para escolhas que, no Brasil real, costumam existir só no imaginário, como uma Ferrari na garagem sem parcela, sem juros e sem banco no meio.
Para transformar isso em conta, dá para usar o exemplo pedido: Ferrari Portofino M com Preço unitário estimado de R$ 3.200.000. O cálculo é direto: R$ 92.000.000 ÷ R$ 3.200.000 = 28 unidades. Como 28 x R$ 3.200.000 = R$ 89.600.000, sobram R$ 2.400.000 para IPVA, Seguro Auto, documentação e o custo do primeiro ano sem apertar o caixa.
A Ferrari Portofino M é um símbolo de status e um tipo de ativo social. Quem compra um carro assim costuma ser empresário, executivo, investidor, gente que usa o automóvel como vitrine de sucesso e não como solução de mobilidade.
O Preço, por si, já filtra o público. É um carro que não entra na conversa de Financiamento tradicional, porque o perfil de compra é pagamento à vista ou, no máximo, estratégia tributária e patrimonial. A pergunta passa a ser outra: quanto custa manter esse estilo de vida com IPVA, Seguro Auto e Consumo, e como isso se encaixa num patrimônio maior.
Com o prêmio acumulado, a Portofino M vira um capricho possível sem comprometer o restante do dinheiro. Mas também vira um lembrete: luxo tem custo recorrente. E, em superesportivo, IPVA e Seguro Auto não são rodapé, são parte central do orçamento.
O ponto é simples: o Preço do carro é só a entrada do clube. IPVA e Seguro Auto entram todo ano. E, com esse tipo de bem, um Financiamento mal planejado vira armadilha, porque o custo fixo continua mesmo quando a parcela termina.
Aqui vale a conta de padaria, do jeito que pesa no bolso, mesmo quando o bolso é grande. Se o ganhador rodar 15.000 km por ano, com gasolina a R$ 6,00, e o Consumo for de 6 km/l, ele usará 2.500 litros no ano.
Multiplicando 2.500 litros por R$ 6,00, dá R$ 15.000 no ano. Dividindo por 12, dá R$ 1.250 por mês só de Consumo. Não é isso que quebra um prêmio de R$ 92 milhões, mas é isso que mostra a lógica: carro caro não perdoa descuido.
No capítulo manutenção, o jogo de pneus é palavra-chave e é caro. Em superesportivo, pneus podem passar de dezenas de milhares de reais, dependendo de medida e marca. Some revisão, seguro, IPVA e eventuais peças, e o custo anual sobe rápido, mesmo sem usar Financiamento.
Na mesma prateleira de Preço e imagem, aparecem concorrentes diretos que puxam buscas e comparação. Entre eles, Porsche 911, Lamborghini Huracán e McLaren GT. Cada um tem apelo diferente, mas todos compartilham o pacote de custos: IPVA alto, Seguro Auto caro e Consumo que não combina com rotina econômica.
Aqui, o filtro real não é só Preço. É disponibilidade, manutenção, rede, e o quanto a pessoa aceita gastar com Seguro Auto e IPVA sem transformar a compra em ansiedade. Quem depende de Financiamento, em geral, está fora do jogo.
Do ponto de vista financeiro, o prêmio rende mais do que o carro entrega. Se a pessoa deixa o dinheiro rendendo, ela cria um colchão que paga IPVA, Seguro Auto e Consumo sem tocar no principal. Isso derruba o risco de transformar um momento de sorte em um problema de fluxo de caixa.
O carro, aqui, é luxo. E luxo pode caber no orçamento quando a regra é manter o patrimônio vivo. Se a escolha for uma Ferrari Portofino M, o melhor cenário é comprar à vista, fugir de Financiamento, e tratar IPVA e Seguro Auto como custo fixo obrigatório, não como detalhe. Assim, o prêmio continua sendo dinheiro, e o carro vira apenas uma parte pequena da história.