Toyota Corolla Cross foi o SUV médio que mais resistiu à queda de valor entre 2024 e 2025
O Toyota Corolla Cross não apenas segurou valor, ele praticamente zombou do tempo. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o SUV caiu tão pouco que parece ter ignorado o desgaste natural do mercado. Enquanto outros modelos desabam como um celular velho na troca de linha, ele manteve a postura de quem sabe exatamente o que entrega.
Os números que definem quem sobe e quem afunda

O Corolla Cross mostrou isso sem cerimônia segundo o Autossegredos. A queda de apenas 4,7% representa um recuo de R$ 8.365 ao longo de doze meses, algo que faria qualquer proprietário respirar aliviado. O rival mais próximo, o Volkswagen Taos Highline, tenta acompanhar o ritmo, mas a redução de 6,2% equivalente a R$ 12.316 deixa claro quem manda nessa disputa. Já o Tiggo 7 Pro Max entra em cena tentando parecer confiante, porém a desvalorização de 12,4% correspondente a R$ 21.794 denuncia que a história é outra.
Quando vender dói no bolso
E então chegamos ao Compass S 1.3 T270, o gigante de vendas que, ironicamente, perde valor como se estivesse fazendo hora extra no palco do drama. A desvalorização de 19,9% somada a um recuo de R$ 46.923 coloca o modelo na última posição sem contestação possível. No fim das contas, escolher um SUV médio não é só decidir qual tem o interior mais bonito, é decidir qual deles não vai te fazer chorar quando chegar a hora de vender.
Lista dos que menos desvalorizaram
Toyota Corolla Cross XRE 2.0
O Toyota Corolla Cross XRE 2.0 não apenas segurou valor, ele praticamente zombou do tempo. Entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, o SUV caiu tão pouco que parece ter ignorado o desgaste natural do mercado. Enquanto outros modelos desabam como um celular velho na troca de linha, ele manteve a postura de quem sabe exatamente o que entrega.
A queda de 4,7% equivalente a R$ 8.365 ao longo de doze meses mostra por que o Corolla Cross virou referência entre os SUVs médios. Para quem troca de carro com frequência, esse comportamento reduz prejuízo e reforça por que o modelo segue como escolha segura.
Volkswagen Taos Highline 1.4 TSI
O Volkswagen Taos Highline aparece logo atrás, tentando acompanhar a disciplina do rival. A marca posiciona o SUV como alternativa racional e bem equipada, mas o impacto no pós-compra mostra que a tarefa não é simples nesse segmento competitivo.
Mesmo assim, o Taos registra redução de 6,2% equivalente a R$ 12.316, desempenho considerado saudável. Ele se mantém como opção equilibrada para quem quer um modelo moderno sem sofrer a depreciação agressiva vista em outros concorrentes.
CAOA Chery Tiggo 7 Pro Max 1.6 Turbo
O Tiggo 7 Pro Max tenta mostrar força em equipamentos e design, mas quando o assunto é revenda, a matemática pesa. O modelo desce mais rápido na curva de valor e não consegue repetir o fôlego dos líderes.
Com desvalorização de 12,4% correspondente a R$ 21.794, o SUV ocupa posição intermediária. Para quem olha o custo total de uso, essa diferença se torna perceptível e pode influenciar a decisão entre investir em um zero quilômetro ou buscar um seminovo.
Jeep Compass S 1.3 T270
O Jeep Compass S 1.3 T270 domina as vendas entre os SUVs médios, mas isso não impede que perca valor com intensidade. O comportamento de mercado mostra que popularidade não garante retenção financeira.
A queda é expressiva. A desvalorização de 19,9% somada ao recuo de R$ 46.923 coloca o Compass na última posição do ranking. Para quem compra pensando na revenda, essa diferença pesa e pode transformar uma troca futura em um impacto maior no orçamento.














