Harley-Davidson lança RIDE e muda estratégia global
Por Alan Correa
Por Alan Correa
A Harley-Davidson decidiu recomeçar, sem esconder isso, ao lançar a plataforma RIDE como base de uma nova fase global que tenta aproximar a marca de quem pilota hoje sem abandonar o passado.
A Harley-Davidson decidiu recomeçar, sem esconder isso, ao lançar a plataforma RIDE como base de uma nova fase global que tenta aproximar a marca de quem pilota hoje sem abandonar o passado.
A ideia não é vender só moto, é vender sensação, pertencimento e estilo de vida, algo que a marca sempre tentou, mas agora coloca no centro da conversa de forma mais direta.
A ideia não é vender só moto, é vender sensação, pertencimento e estilo de vida, algo que a marca sempre tentou, mas agora coloca no centro da conversa de forma mais direta.
O discurso da empresa é claro ao tratar a RIDE como uma reinicialização completa, algo que antecede uma estratégia maior prevista para os próximos meses e que deve redesenhar o posicionamento.
O discurso da empresa é claro ao tratar a RIDE como uma reinicialização completa, algo que antecede uma estratégia maior prevista para os próximos meses e que deve redesenhar o posicionamento.
Na prática, a Harley tenta simplificar sua mensagem, tirando o foco técnico e apostando na emoção de pilotar, no vínculo entre pessoas e na imagem de liberdade sobre duas rodas.
Na prática, a Harley tenta simplificar sua mensagem, tirando o foco técnico e apostando na emoção de pilotar, no vínculo entre pessoas e na imagem de liberdade sobre duas rodas.
O retorno do logotipo clássico Bar and Shield mostra que a marca sabe onde pisa, busca força no passado enquanto tenta parecer relevante para novos públicos sem perder identidade.
O retorno do logotipo clássico Bar and Shield mostra que a marca sabe onde pisa, busca força no passado enquanto tenta parecer relevante para novos públicos sem perder identidade.
O risco é repetir promessas que a Harley já fez antes, mas o movimento indica uma tentativa mais organizada de reconectar a marca com quem ainda vê na moto mais do que transporte.
O risco é repetir promessas que a Harley já fez antes, mas o movimento indica uma tentativa mais organizada de reconectar a marca com quem ainda vê na moto mais do que transporte.