A beleza do Renault 4L

O Renault 4 foi o primeiro “carro para viver”, tendo sido rapidamente apelidado de “4L”. Não importa o terreno, ele pode ser utilizado em qualquer ocasião, devido à sua leveza.

História
1 mês atrás
A beleza do Renault 4L

O 4L provou que estava pronto para tudo em uma corrida de rally-raid organizada anualmente desde 1997. O robusto 4L supera qualquer obstáculo que encontre em seu caminho, seja em uma trilha de areia ou pedras. É difícil encontrar outro modelo que mantenha o mesmo propósito 60 anos após seu lançamento.

“O 4L é um carro apaixonante, que soube marcar uma grande época, que atravessou gerações. Todos nós temos alguma lembrança com o 4L”, conta Jean Le Cam, navegador e “piloto” de 4L.

Como é o Renault 4L

Com mais de 8 milhões de unidades comercializadas em mais de 100 países, o Renault 4 é um ícone do panorama automotivo. Comemorando 60 anos neste ano, ele continua sendo a alegria de seus últimos usuários e colecionadores, como Jean Le Cam. O famoso navegador adora o “4L”. Ele nunca imaginaria que, ao presentear sua filha com um 4L em seu aniversário de 18 anos, acabaria se tornando proprietário de nada menos que oito deles, 12 anos mais tarde. É o próprio Jean Le Cam quem nos conta sua história de paixão.
Com mais de 8 milhões de unidades comercializadas em mais de 100 países, o Renault 4 é um ícone do panorama automotivo. Comemorando 60 anos neste ano, ele continua sendo a alegria de seus últimos usuários e colecionadores, como Jean Le Cam. O famoso navegador adora o “4L”. Ele nunca imaginaria que, ao presentear sua filha com um 4L em seu aniversário de 18 anos, acabaria se tornando proprietário de nada menos que oito deles, 12 anos mais tarde. É o próprio Jean Le Cam quem nos conta sua história de paixão.

Sendo sinônimo de um automóvel simples, moderno, barato e funcional, surgiu o Renault 4L, capaz de atender a tudo e todos, e eficaz tanto em estradas quanto em campo.

Apresentado no início do segundo semestre de 1961, o 4L é um modelo de cinco portas com um porta-malas traseiro que se abre para um espaço modulável e ao rebater o banco traseiro, o hatch se transforma em perua. Ele foi muito famoso como sendo carros da polícia, de empresas, dos correios e outros serviços públicos, tornou-se ícone da cultura pop francesa.

O Renault 4 teve muitas versões sempre recebendo novos itens. A primeira versão tinha um motor quatro cilindros, caixa de três velocidades em linha e 603 cm³. A potência de 20 cv às 4.700 rpm permitia velocidade máxima de 95 km/h e um consumo médio de 15 km/l. O capô abria-se de trás para a frente e a suspensão era independente nas quatro rodas, com barras de torção em ambos os eixos. O primeiro modelo do mundo com sistema de refrigeração selado, que evitava a perda e consequente reposição do líquido de refrigeração. Ele tinha uma caracteristisca bem diferente, a distância entre eixos era maior no lado direito, 2,45 m contra 2,40 m, uma imposição do tipo de suspensão traseira.

Apresentado em julho de 1961, o 4L é um modelo de cinco portas com um porta-malas traseiro que se abre para um espaço modulável. Ao rebater o banco traseiro, o hatch se transforma em perua. Além de ser um veículo para toda a família, o modelo se tornou ícone da cultura pop francesa, sem esquecer a marca deixada na memória de muitos que o viu pelas ruas como carros da polícia, dos correios e outros serviços públicos. Como minivan, o Renault 4 exibia orgulhosamente as cores de uma infinidade de empresas, desde as pequenas até as maiores, além de órgãos públicos. Na opinião de Jean Le Cam, trata-se de um “verdadeiro monumento histórico”!
Apresentado em julho de 1961, o 4L é um modelo de cinco portas com um porta-malas traseiro que se abre para um espaço modulável. Ao rebater o banco traseiro, o hatch se transforma em perua. Além de ser um veículo para toda a família, o modelo se tornou ícone da cultura pop francesa, sem esquecer a marca deixada na memória de muitos que o viu pelas ruas como carros da polícia, dos correios e outros serviços públicos. Como minivan, o Renault 4 exibia orgulhosamente as cores de uma infinidade de empresas, desde as pequenas até as maiores, além de órgãos públicos. Na opinião de Jean Le Cam, trata-se de um “verdadeiro monumento histórico”!

Por dentro a 4L era extremamente simples. Acomodava bem quatro passageiros em bancos muito simples, que só tinham forro, sendo que a estrutura era visível por trás e de lado. O porta malas chegava a 950 litros sem assentos traseiros. No pequeno painel só ficavam apenas velocímetro e marcador de combustível, havia também um retrovisor no centro e um volante de três raios.

Depois apareceu em 1962 a versão Super com uma motorização de 747 cm³ de 27 cv e velocidade máxima de 100 km/h, acompanhado de um novo câmbio de quatro marchas. Outra novidade era a versão Fourgonette (furgão em francês) que tinha a capacidade de carga aumentada. A parte traseira era mais alta e mais larga, o cliente ainda podia escolher entre ter porta traseira de abertura lateral ou vertical bipartida.

A versão de passageiros da versão Fourgonette apenas veio em 1965. Neste ano chegava também a versão Parisiénne, criada em parceria com a revista feminina Elle. Esta versão tinha um charme diferente, nas laterais tinha uma pintura quadriculada escocesa, vermelha e preta, ou com tons bege e preto. Nesta versão os bancos dianteiros eram individuais, o modelo era mais voltado para o público feminino. O motor também mudou e passou para 845 cm³ e 34 cv, a velocidade máxima era agora de 115 km/h. Um ano depois o 4L ganhou uma grade maior, com aspecto mais moderno, que ocupava toda a largura da frente. O painel era redesenhado e todos os bancos ganharam forras integrais.

Também conhecido no esporte como “Rei Jean”, Jean Le Cam é uma verdadeira lenda da vela, com nada menos que cinco participações na competição Vendée Globe de circum-navegação do planeta.
Também conhecido no esporte como “Rei Jean”, Jean Le Cam é uma verdadeira lenda da vela, com nada menos que cinco participações na competição Vendée Globe de circum-navegação do planeta.

O modelo Rodeo chegou em setembro de 1970 apresentando um desenho muito simples e com carroçaria em plástico reforçado com fibra-de-vidro. Tinha duas portas e capota de lona. 5 anos depois o R4 ganhou novos parachoques e uma grade retangular, já o painel ficou maior com acabamento quase todo preto e com proteção de borracha. A alavanca de câmbio e o retrovisor continuavam o mesmo, mas os bancos estavam mais anatômicos, confortáveis e com encostos para a cabeça.

Um motor ainda mais potente surgiu em 1983 com a versão denominada GTL, sendo 1.108 cm³, 34 cv às 4.000 rpm e velocidade final de 122 km/h. Em 1991 existiam as versões TL, GTL e GTL 4×4, com tracção nas quatro rodas.

O Renault 4L é um dos carros mais vendidos com mais de 8 milhões de unidades registradas. Apesar de a produção ter sido descontinuada em 1992, ainda é possível ver alguns 4L nas ruas ou feiras de carros usados e de coleção. A simplicidade e confiabilidade de sua mecânica atraem inúmeros apaixonados. Na opinião de Jean Le Cam, trata-se de um “verdadeiro monumento histórico”!

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