O Honda Civic LXL 1.8 AT 2010 é um sedã médio que marcou presença no mercado brasileiro pela combinação de confiabilidade mecânica, conforto e design moderno para a época. Equipado com motor 1.8 i-VTEC flex e câmbio automático de cinco marchas, é voltado para quem busca equilíbrio entre desempenho e economia, sem abrir mão de um bom pacote de equipamentos. Essa versão LXL trouxe melhorias estéticas e funcionais, como retrovisores com repetidores de seta e acabamento interno mais refinado.
Mesmo após mais de uma década de seu lançamento, o modelo segue valorizado no mercado de usados, muito por conta da durabilidade do conjunto mecânico e da boa aceitação entre os consumidores. O Civic LXL 2010 continua sendo uma opção interessante para quem procura um carro espaçoso, seguro e de manutenção previsível, seja para uso diário ou viagens em família.
O Civic LXL 2010 vem equipado com motor 1.8 i-VTEC SOHC flex de 140 cv com etanol e 138 cv com gasolina, entregues a 6.200 rpm, e torque de 17,7 kgf·m (E) e 17,5 kgf·m (G) a 4.200 rpm. O bloco de alumínio garante leveza e durabilidade, enquanto a tecnologia i-VTEC ajusta o comando de válvulas para otimizar o desempenho e a economia de combustível.
A transmissão é automática de cinco marchas com o sistema Grade Logic Control, que adapta as trocas de marcha conforme o modo de condução e a carga do veículo. Essa caixa é conhecida pela suavidade nas mudanças e pela confiabilidade ao longo dos anos, exigindo apenas manutenções preventivas regulares para manter o funcionamento correto.
Em desempenho, o sedã atinge velocidade máxima próxima de 189 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 11,9 segundos. Embora não seja um esportivo, entrega respostas rápidas ao acelerador, principalmente em rotações médias, garantindo segurança em ultrapassagens e condução agradável em rodovias.
No uso urbano, o Civic LXL 1.8 AT 2010 registra médias de aproximadamente 6,5 km/l com etanol e 10,6 km/l com gasolina. Em rodovias, alcança cerca de 8,6 km/l (E) e 13,9 km/l (G), números condizentes para um sedã médio automático dessa geração.
Com tanque de combustível de 50 litros, a autonomia chega a superar 650 km em percursos rodoviários abastecido com gasolina, tornando-o apto para viagens longas sem necessidade de paradas frequentes para reabastecimento.
Para o dia a dia, o consumo pode ser considerado bom para a categoria, ainda mais levando em conta a robustez do motor e o conforto oferecido. Em viagens, proporciona rodagem estável e confortável, acomodando bem a família e amigos, com desempenho suficiente para enfrentar subidas e estradas mais exigentes.
O interior do Civic LXL 2010 acomoda cinco ocupantes com conforto, oferecendo bancos bem desenhados e bom espaço para pernas e ombros, especialmente nos assentos dianteiros. O porta-malas de 340 litros é suficiente para bagagens médias, atendendo bem viagens familiares.
Em termos de tecnologia embarcada, o modelo conta com ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricos, volante multifuncional, sistema de som com CD player e entrada auxiliar, além de retrovisores elétricos com repetidores de seta.
Na segurança, traz de série airbags frontais, freios ABS com EBD e estrutura de carroceria projetada para absorção de impactos. A suspensão independente nas quatro rodas garante conforto e estabilidade, reforçando o bom comportamento dinâmico do carro.
O preço aproximado do Honda Civic LXL 1.8 AT 2010 no mercado de usados brasileiro varia entre R$ 45 mil e R$ 55 mil, dependendo do estado de conservação, quilometragem e histórico de manutenção.
Antes de comprar, é importante verificar:
O primeiro ponto positivo é a confiabilidade mecânica. O motor 1.8 i-VTEC e o câmbio automático de cinco marchas são conhecidos pela durabilidade, desde que recebam manutenção adequada, o que contribui para o bom valor de revenda.
O segundo é o conforto ao rodar. A suspensão independente nas quatro rodas e a boa ergonomia dos bancos proporcionam viagens agradáveis, tanto para o motorista quanto para os passageiros.
O terceiro é a estabilidade e segurança, com um conjunto que transmite confiança em curvas e frenagens, auxiliado por freios ABS e airbags frontais, além de direção precisa e bem calibrada.
O primeiro ponto negativo é o consumo no etanol, que pode ser elevado para quem roda majoritariamente na cidade, ficando abaixo de 7 km/l.
O segundo é a ausência de itens mais modernos de tecnologia, como central multimídia com tela sensível ao toque ou controle de estabilidade, que já eram encontrados em alguns concorrentes da época.
O terceiro é o porta-malas de 340 litros, que pode ser limitado para famílias que costumam viajar com muita bagagem, exigindo organização extra para acomodar todos os volumes.