- Parte 1 - Acima Ao Vivo
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O Circuito de La Sarthe, na França, recebe entre os dias 11 e 15 de junho a mais tradicional prova do Mundial de Endurance, as 24 Horas de Le Mans 2025. A competição chega à sua quarta etapa da temporada e concentra a atenção de montadoras, pilotos e fãs de automobilismo em todo o mundo. No grid, 62 carros disputam a vitória em três categorias distintas, com destaque para a presença de oito pilotos brasileiros.
A largada está marcada para sábado, 14 de junho, às 10h (horário de Brasília). Durante 24 horas ininterruptas, as equipes enfrentarão desafios técnicos, estratégicos e físicos em um dos circuitos mais exigentes do calendário internacional. O Brasil será representado em diferentes classes, incluindo o piloto Felipe Nasr, que compete na principal categoria, a dos hipercarros, pilotando o Porsche 963 de número 4.
Com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais GRANDE PRÊMIO e GPTV, a prova terá cobertura completa, incluindo treinos, classificações e a corrida principal. A Ferrari, atual líder da temporada com três vitórias consecutivas, entra como favorita, mas terá concorrência direta da Porsche e da Peugeot, que prometem novas estratégias para o evento.
A edição de 2025 das 24 Horas de Le Mans integra a temporada do WEC marcada pelo equilíbrio e pela disputa intensa nas categorias superiores. A Ferrari venceu as três primeiras etapas do ano, com os carros #50 e #51 alternando vitórias no Catar, Ímola e Spa-Francorchamps. O domínio até agora foi construído com decisões técnicas específicas para cada etapa, mas a prova em Le Mans exige planejamento de longo prazo e resistência contínua.
A Porsche aposta na confiabilidade do modelo 963 para interromper a sequência da Ferrari. Felipe Nasr integra o trio que pilota o carro #4 e representa o Brasil na elite da competição. A Peugeot, apesar de projetar um novo protótipo para a temporada 2027, trouxe atualizações significativas para o 9X8, com foco em confiabilidade e consistência de ritmo ao longo da prova.
As equipes dedicam meses de preparação para Le Mans. As sessões de treinos livres são usadas para ajustar a aerodinâmica, calibrar os faróis para os trechos noturnos e preparar os pilotos para revezamentos que exigem concentração e controle em diferentes condições de pista. O circuito, com 13,6 km de extensão, impõe exigências únicas, com destaque para a reta Mulsanne e curvas como Arnage e Tertre Rouge.
As atividades oficiais começaram na quarta-feira, 11 de junho, com o primeiro treino livre às 8h45 (horário de Brasília), com três horas de duração. Ainda no mesmo dia, a primeira classificação foi realizada às 13h30, com os melhores tempos avançando para a hiperpole, marcada para quinta-feira às 14h45. Durante a noite, o treino livre 2 completou a agenda do dia às 16h45.
Na quinta-feira, as equipes voltaram à pista às 9h30 para o terceiro treino livre. Após a definição do grid pela hiperpole, um quarto e último treino, com duração de uma hora, foi realizado às 17h45 para ajustes finais. No sábado, a preparação se intensifica com o warm-up às 6h45, poucas horas antes da largada oficial. A prova inicia às 10h, abrindo a maratona de 24 horas de corrida.
A transmissão ao vivo cobre todas essas etapas. Com cobertura técnica e análises em tempo real, os canais brasileiros oferecem acesso contínuo ao desempenho dos pilotos nacionais e aos desdobramentos da corrida, considerada uma das mais importantes do calendário mundial.
O Brasil terá oito representantes na edição 2025 da prova, distribuídos entre as categorias hipercarro, LMP2 e LMGT3. Felipe Nasr é o nome de maior visibilidade, integrando o time da Porsche na principal classe da competição. Com experiência em provas internacionais e títulos na carreira, Nasr traz ao grid o peso de um histórico consistente e a expectativa de resultado expressivo.
Outros brasileiros compõem line-ups em categorias que exigem igualmente resistência e constância, como a LMP2, que participa pela única vez no calendário de 2025, e a LMGT3, que apresenta modelos derivados de carros de rua adaptados para competição. Esses pilotos atuam em esquemas de revezamento, integrando trios ou quartetos que se alternam ao longo do dia e da noite.
A participação nacional em Le Mans reforça a relevância do automobilismo brasileiro no cenário internacional. A diversidade de categorias e equipes nas quais os brasileiros estão inseridos amplia as possibilidades de desempenho destacado e mantém a tradição do país em provas de resistência de longa duração.
Na categoria LMGT3, o equilíbrio marcou as primeiras etapas do campeonato. Em Doha, o Corvette da TF Sport venceu, enquanto em Ímola a vitória ficou com o Porsche da Manthey. A Ferrari levou a melhor em Spa, consolidando três vencedores diferentes nas três primeiras etapas da temporada.
Essa diversidade reflete a complexidade da LMGT3, cujos carros utilizam bases de modelos esportivos de produção, como o Porsche 911 GT3 R, Ferrari 296 GT3 e Chevrolet Corvette Z06 GT3.R. As equipes precisam adaptar as características dos veículos para um circuito que mistura trechos de alta velocidade com curvas de baixa aderência, exigindo equilíbrio entre desempenho e durabilidade.
A LMGT3 também serve como espaço de projeção para pilotos em ascensão, funcionando como porta de entrada para categorias superiores. Em Le Mans, a categoria recebe atenção especial devido ao número elevado de carros inscritos e à expectativa de revezamentos longos e decisões estratégicas durante a madrugada.
Criada em 1923, as 24 Horas de Le Mans integram a chamada Tríplice Coroa do automobilismo, ao lado do GP de Mônaco e das 500 Milhas de Indianápolis. O evento francês se destaca por reunir marcas históricas como Porsche, Ferrari, Peugeot, Corvette e outras fabricantes que veem na competição uma oportunidade de testar tecnologia e resistência em condições extremas.
A prova já protagonizou rivalidades icônicas, como a disputa entre Ford e Ferrari na década de 1960, e hoje mantém seu prestígio como o palco de decisões estratégicas, revelações de talentos e validação de tecnologias. A edição de 2025 segue essa tradição, reunindo 62 carros em um formato que privilegia a capacidade de adaptação e resistência.
A ampla cobertura internacional inclui transmissões na África pela SuperSport, em Portugal pela Eurosport e em outras regiões com ajustes de grade para atender diferentes fusos. No Brasil, o horário da largada exige acompanhamento durante a madrugada e o dia seguinte, mobilizando fãs em uma jornada que ultrapassa os limites esportivos para se tornar uma experiência cultural.
No Brasil, os canais GRANDE PRÊMIO e GPTV transmitem ao vivo todos os momentos do evento, desde os treinos livres até o encerramento da corrida. A cobertura começa na quarta-feira e se estende até o domingo, permitindo que o público acompanhe a evolução da prova em tempo real, com análises, entrevistas e imagens diretas do circuito francês.
A estrutura de transmissão está adaptada para a diferença de fuso entre França e Brasil, com cinco horas de defasagem. Isso significa que muitos trechos da corrida acontecerão na madrugada brasileira, incluindo a transição noturna, considerada uma das mais desafiadoras da competição.
Para quem acompanha pela internet, as plataformas oficiais do GRANDE PRÊMIO disponibilizam a cobertura em vídeo e texto, com atualizações constantes sobre tempos, estratégias e mudanças no grid. A corrida também poderá ser acompanhada por aplicativos e serviços de streaming vinculados aos canais de transmissão.
A largada está marcada para as 11h da manhã, pelo horário de Brasília, com cobertura ao vivo na televisão e na internet. As transmissões serão feitas pelo canal fechado BandSports e também pelo canal Grande Prêmio no YouTube, permitindo ao público brasileiro acompanhar todos os momentos da corrida. A janela de exibição contempla horários variados, com a cobertura iniciando dez minutos antes da largada e se estendendo até o encerramento da prova, já no domingo.
A 24h de Le Mans terá transmissão às 10h, 19h e 5h nos dias 14 e 15/06, dividida em três partes. Fique ligado para acompanhar cada etapa dessa icônica maratona do automobilismo.