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Pilota conta como foi: Falha no trem de pouso do avião de Lívia Andrade exigiu manobra manual de emergência

Um contratempo em pleno voo exigiu jogo de cintura e técnica apurada da pilota Nayane Porto, que conduzia a aeronave que transportava Lívia Andrade de Goiânia para São

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A pilota Nayane Porto descreveu com detalhes o incidente que interrompeu a chegada tranquila da aeronave que transportava Lívia Andrade e dois outros passageiros de Goiânia para São Paulo. Ao se aproximar do Campo de Marte, o trem de pouso apresentou uma falha que impediu seu recolhimento normal, causando um momento de tensão a bordo.

Com base no que orienta o manual do fabricante, Nayane e a equipe tentaram realizar o procedimento convencional mais de uma vez, mas não tiveram êxito. Foi necessário um trabalho de verificação visual feito pela torre do aeroporto durante as passagens baixas da aeronave, para constatar a real situação do trem de pouso.

A pilota Nayane Porto, responsável pela aeronave onde estava Lívia Andrade na quinta-feira, 29, narrou nesta sexta-feira, 30, como enfrentou a falha no trem de pouso e a manobra de emergência para pousar a aeronave com segurança.

A partir dessa confirmação, a pilota recorreu ao método alternativo de abaixamento manual do trem de pouso. Segundo ela, essa prática está prevista em manual e faz parte das medidas emergenciais para esses casos específicos.

A decisão de alternar o pouso para o Aeroporto de Jundiaí ocorreu por razões de segurança. A pista do local tem melhor qualidade e menor movimento de aeronaves, o que garantiria mais segurança à manobra de pouso com o trem de pouso rebaixado de forma manual.

Nayane assegurou que o avião estava com toda a manutenção em dia e que a tripulação tinha as certificações exigidas para lidar com situações de emergência, como a enfrentada durante aquele voo. Para ela, a situação foi superada com êxito por conta da preparação e do profissionalismo de todos a bordo.

O relato da pilota buscou reforçar a importância de sempre respeitar os procedimentos recomendados e manter os treinamentos de tripulação em dia. A tranquilidade e a precisão na execução desses procedimentos foram determinantes para o final seguro do voo.

A aeronave partiu de Goiânia, fez escala em Pires do Rio (GO) e seguiu para São Paulo. O susto, apesar de inesperado, foi resolvido sem danos maiores, graças ao conhecimento técnico e à calma demonstrada por Nayane Porto e sua equipe de voo.

Fonte: Terra, G1 e Metropoles.

Jornalista automotivo (MTB: 0075964/SP) e analista de mercado. Especialista em traduzir a engenharia de lançamentos e monitorar a desvalorização de usados. No Carro.Blog.br, assina testes técnicos e guias de compra com foco em durabilidade e custo-benefício.

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