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Chery QQ vai voltar ao Brasil para encarar BYD Dolphin e Geely EX2

Omoda QQ já roda em testes no Brasil e terá 4,20 m, tração traseira, tela de 15,6", bateria LFP e lançamento previsto para janeiro de 2027.

Chery QQ vai voltar ao Brasil para encarar BYD Dolphin e Geely EX2

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O Chery QQ vai voltar ao Brasil, mas o carro que chega em 2027 terá muito pouco a ver com aquele compacto barato que ficou conhecido por aqui anos atrás. O nome retorna em um hatch elétrico maior, mais potente e ligado à Omoda, marca que será usada para vender o modelo fora da China.

O novo QQ já roda em testes no Brasil e será uma das apostas da Omoda para entrar com mais força no mercado de carros elétricos. A ideia é disputar espaço com BYD Dolphin, Geely EX2, MG4 Urban e GAC Aion UT, modelos que hoje brigam por compradores nessa faixa.

O antigo Chery QQ vai voltar ao Brasil em 2027, mas agora será um hatch elétrico da Omoda, maior e totalmente diferente do modelo antigo.
O antigo Chery QQ vai voltar ao Brasil em 2027, mas agora será um hatch elétrico da Omoda, maior e totalmente diferente do modelo antigo.

A mudança de tamanho é uma das maiores diferenças. O hatch mede 4,20 m de comprimento, 1,81 m de largura e 1,57 m de altura. A distância entre-eixos chega a 2,70 m, medida igual à de um Toyota Corolla. Isso coloca o novo QQ bem longe da proposta simples e apertada do antigo modelo.

O desenho também mudou por completo. A dianteira usa faróis retangulares com cantos arredondados e capô curto. Na traseira, as lanternas seguem formato parecido, enquanto o teto recebe um pequeno spoiler. As maçanetas ficam semi-embutidas nas portas.

Na China, o carro é vendido pela Chery, enquanto fora do país será usado pela Omoda, ficando abaixo do SUV elétrico Omoda E5.
Na China, o carro é vendido pela Chery, enquanto fora do país será usado pela Omoda, ficando abaixo do SUV elétrico Omoda E5.

Por dentro, o carro segue a linha dos elétricos mais novos. Há poucos botões físicos, uma central multimídia de 15,6 polegadas, quadro de instrumentos digital, console central elevado e iluminação ambiente com diferentes opções de cor.

A mudança também aparece por dentro, com central multimídia de 15,6 polegadas, quadro digital e poucos comandos físicos no painel.
A mudança também aparece por dentro, com central multimídia de 15,6 polegadas, quadro digital e poucos comandos físicos no painel.
O novo QQ já roda em testes no Brasil e cresceu bastante, com 4,20 m de comprimento e distância entre-eixos de 2,70 metros.
O novo QQ já roda em testes no Brasil e cresceu bastante, com 4,20 m de comprimento e distância entre-eixos de 2,70 metros.

O motor elétrico entrega 123 cv e fica no eixo traseiro. Isso significa que o novo Omoda QQ terá tração traseira, solução pouco comum entre elétricos mais baratos. A suspensão traseira multilink também faz parte do conjunto, enquanto o raio de giro é de 5,2 metros.

A bateria usa química LFP e tem 42,7 kWh de capacidade. Na China, a autonomia anunciada chega a 420 km pelo ciclo CLTC, que costuma ser mais otimista que os números usados no Brasil. A estimativa citada para o padrão do Inmetro fica entre 280 km e 300 km.

A estrutura também foi reforçada. A carroceria usa 82% de aço de alta resistência e 16% de aço conformado a quente nas colunas e em áreas de impacto. A proposta é aumentar a rigidez do carro e melhorar a proteção dos ocupantes.

A autonomia anunciada chega a 420 km pelo ciclo chinês CLTC, enquanto a estimativa pelo padrão do Inmetro fica entre 280 e 300 km.
A autonomia anunciada chega a 420 km pelo ciclo chinês CLTC, enquanto a estimativa pelo padrão do Inmetro fica entre 280 e 300 km.

O lançamento brasileiro está previsto para janeiro de 2027. A Omoda ainda não confirmou o preço, mas a expectativa é colocar o QQ na mesma disputa comercial dos elétricos compactos que hoje ficam perto da faixa de R$ 150 mil.

Com informações do AutoEsporte e QuatroRodas.

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