Com 9,77% de participação de mercado, BYD vira 4ª Marca que mais vende carros no Brasil
A BYD terminou novembro fazendo barulho de verdade. A marca simplesmente tomou a quarta posição no varejo brasileiro com 8.355 unidades e 9,77% de participação, deixando para trás nomes que sempre pareceram intocáveis. Não foi sorte, foi consequência direta de uma ofensiva que mistura escala, ritmo e a confiança de quem sabe exatamente onde quer chegar.
Pontos Principais:
- BYD conquista a 4ª posição no varejo nacional com 8.355 unidades em novembro.
- Dolphin Mini lidera elétricos e ultrapassa 50 mil unidades acumuladas desde o lançamento.
- Marca domina 62,27% do mercado elétrico e alcança 28,16% entre híbridos.
- Mais de 16.500 pedidos em novembro impulsionam fábrica de Camaçari e ampliam presença nacional.

O cenário fica ainda mais interessante quando se olha o tabuleiro completo. Some varejo e vendas diretas e a marca aparece em sétimo lugar, com 9.726 unidades, empurrada por uma fábrica em Camaçari que já passou dos 10 mil veículos produzidos e por uma Black Friday que rendeu mais de 16.500 pedidos. A BYD virou o tipo de marca que, quando decide acelerar, simplesmente não encontra muita resistência no retrovisor.
E no território dos eletrificados a história ganha outro tom segundo o Ranking Fenabrave. A empresa tomou 62,27% do mercado de carros totalmente elétricos e 28,16% do segmento de híbridos, números quase desconfortáveis para qualquer rival. O Dolphin Mini segue como estrela absoluta, embalado pelas cinquenta mil unidades acumuladas desde o lançamento, enquanto Song Plus e Song Pro completam a lista dos mais vendidos. Não à toa, a marca já figura entre as três mais procuradas em capitais como Brasília, Salvador e Porto Velho.
O que isso tudo significa é simples. Se a indústria brasileira achou que tinha tempo para reagir, novembro mostrou o contrário. A BYD prova, mês após mês, que não está aqui para participar da conversa, está aqui para liderá-la, guiada por uma ofensiva que coloca os concorrentes diante de uma pergunta incômoda: como responder a alguém que parece ter encontrado a fórmula certa e ainda está acelerando.














