Fiat Mobi ou Renault Kwid em 2025: comparação revela diferenças cruciais em consumo, preços e manutenção
Escolher entre o Fiat Mobi e o Renault Kwid em 2025 é uma tarefa que vai além da estética ou da marca. Ambos os modelos competem diretamente no segmento dos subcompactos urbanos, voltados para consumidores que buscam veículos acessíveis, econômicos e funcionais. O Mobi oferece um apelo visual mais moderno e refinado, enquanto o Kwid atrai pela robustez do design e pela promessa de maior eficiência no uso diário.
Pontos Principais:
- Fiat Mobi custa a partir de R$ 76.990; Renault Kwid Zen inicia em R$ 76.090.
- Kwid apresenta consumo mais econômico e menor depreciação.
- Mobi tem motor mais potente, mas Kwid acelera mais rápido.
- Kwid oferece mais espaço interno, porta-malas maior e quatro airbags de série.
Quando o assunto é preço, a disputa começa equilibrada. O Fiat Mobi Like parte de R$ 76.990, enquanto o Renault Kwid Zen tem valor inicial de R$ 76.090. Embora a diferença pareça pequena, fatores como revisões, custo de seguro e depreciação acabam colocando o Kwid em posição mais vantajosa. Segundo levantamentos recentes, ele perde menos valor de mercado e mantém custos mais baixos em revisões programadas até os 30 mil km.

No quesito consumo, o Kwid também se sobressai. Leve, com apenas 818 kg, o modelo alcança médias de 15,3 km/l na cidade e 15,7 km/l na estrada com gasolina, superando o Mobi, que registra 13,7 km/l e 16,1 km/l, respectivamente. No etanol, o cenário é semelhante: o Kwid é mais econômico tanto no ciclo urbano quanto no rodoviário. Para motoristas que percorrem longas distâncias ou enfrentam trânsito intenso diariamente, essa diferença impacta diretamente no orçamento.
Em termos de desempenho, o Fiat Mobi tenta equilibrar a balança com seu motor 1.0 Firefly de 75 cv no etanol, oferecendo maior potência e torque do que o propulsor 1.0 SCe do Kwid, de 71 cv. Entretanto, a vantagem do Mobi em força bruta não se traduz em aceleração: o Kwid, graças ao peso reduzido, chega mais rápido aos 100 km/h e apresenta agilidade maior em ambientes urbanos, além de contar com direção elétrica mais leve, contra a hidráulica do rival.
Espaço e praticidade também entram em jogo. O porta-malas de 290 litros do Kwid supera com folga os 215 litros do Mobi. Além disso, o entre-eixos mais longo oferece conforto adicional para os passageiros no banco traseiro. O Mobi, por outro lado, compensa com melhor acabamento interno, menos sujeito a ruídos e maior sensação de robustez, ainda que sacrifique parte do espaço disponível.
No campo da segurança e tecnologia, o Renault Kwid Zen oferece de série quatro airbags, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa. O Fiat Mobi Like, embora conte com direção elétrica e itens básicos de conforto, traz apenas dois airbags e menos recursos tecnológicos de fábrica. Isso reforça o posicionamento do Kwid como alternativa mais completa para quem prioriza segurança.
Por fim, a questão do custo de propriedade reforça a divisão de perfis entre os dois. O Kwid tende a custar menos em revisões e seguros, enquanto o Mobi, com sua ampla rede de concessionárias, oferece maior facilidade de acesso a peças e serviços. Dessa forma, a decisão do consumidor dependerá de sua prioridade: menor gasto e maior economia a longo prazo com o Kwid ou maior disponibilidade de manutenção e um acabamento mais refinado com o Mobi.
Fonte: AutoEsporte, Webmotors e UOL.


































