Honda oficializa nova garantia de seis anos para todos os modelos 2026
A Honda decidiu aumentar o alcance do seu pós-venda no Brasil ao fixar seis anos de garantia total para toda a linha a partir de 2026. O movimento estreia no Honda WR-V 2026 e altera o patamar de cobertura sem impor limites de quilometragem.
Nova política de garantia e a extensão da cobertura

A medida vale para qualquer veículo zero quilômetro com ano/modelo 2026, seja ele produzido no país ou importado. Para manter o prazo integral, a fabricante exige que o proprietário siga o plano de manutenção da rede autorizada e cumpra rigorosamente os intervalos estabelecidos no manual do proprietário.
Componentes protegidos e o que fica fora das regras
O pacote de seis anos abrange motor, transmissão, sistema de combustível, freios, direção, suspensão, airbags, sistema elétrico, faróis, central multimídia, ar-condicionado, tecnologias de assistência à condução, carroceria e interior. Itens de desgaste natural e manutenção preventiva permanecem excluídos.
Como a Honda se posiciona diante da estratégia da Toyota
Mesmo com a ampliação, a Honda segue abaixo da Toyota, que opera com prazos maiores por meio do programa Toyota 10. O plano cobre veículos nacionais e importados fabricados desde 2020, com limites de quilometragem definidos conforme o uso. A iniciativa inclui também veículos blindados produzidos a partir de 2020.
- Toyota Corolla Cross, Corolla, Hillux e SW4 blindados vão ter garantia de 10 anos; veja regras
- Yaris Cross 2025 terá motor híbrido flex; Toyota promete garantia de 10 anos no Brasil
Pressão competitiva e a disputa pelo pós-venda

A decisão coloca a Honda de volta no centro da disputa por fidelização e custo de propriedade, áreas cada vez mais sensíveis no mercado brasileiro. Ao inaugurar a estratégia com o WR-V e estender a regra à linha 2026, a marca sinaliza um ajuste necessário para sustentar relevância em um cenário onde pós-venda virou diferencial real, não promessa publicitária.
A leitura final é clara: a Honda não está apenas ajustando políticas, está respondendo ao avanço de quem ditou o ritmo nos últimos anos — e agora precisa recuperar terreno.
Fonte: Honda.


































