Há motos que passam, e há motos que ficam. A Honda CG 160 Start é uma daquelas que resistem ao tempo. Desde o primeiro giro de motor, ela carrega a sensação familiar de algo que funciona, que não decepciona, que continua sendo o ponto de partida de milhares de brasileiros nas duas rodas. Agora, em 2026, a Start chega renovada, com nova cor, ajustes de conforto e o mesmo espírito de praticidade que a tornou líder incontestável do segmento street.
Em um país onde a motocicleta é ferramenta de trabalho, meio de locomoção e símbolo de independência, a CG 160 Start ocupa um espaço que vai além da ficha técnica. É a moto que equilibra custo, durabilidade e valor de revenda. A Honda entende isso e atualiza o modelo com sutileza, sem romper a fórmula que deu certo — o tipo de evolução que o motociclista percebe na prática, não apenas no papel.
A nova CG surge para reforçar a confiança do consumidor em tempos de combustível caro e trânsito imprevisível. Mais eficiente, mais confortável e ainda mais fácil de manter, ela continua sendo o caminho mais lógico para quem busca mobilidade com segurança e economia.
O primeiro olhar revela o que muda: a cor Azul Perolizado Pearl Spencer Blue, vibrante e moderna, dá personalidade à Honda CG 160 Start 2026. É uma tonalidade que se destaca no meio da rotina, sem exageros, com um toque de sofisticação. O visual mantém a identidade clássica da CG, mas com linhas ligeiramente mais robustas, refletindo maturidade e consistência.
A ergonomia segue sendo uma das armas do modelo. O assento é largo, o guidão bem posicionado e as pedaleiras em harmonia com a postura de quem pilota. O resultado é uma moto que se encaixa no corpo, não o contrário. E a nova suspensão dianteira absorve melhor as irregularidades, tornando as viagens curtas menos cansativas — algo que faz diferença para quem encara o asfalto todos os dias.
A CG 160 Start sempre foi sobre conforto sem luxo. É o equilíbrio entre o que basta e o que melhora a experiência. E nessa geração, a sensação de suavidade está mais presente, fruto de pequenos ajustes que fazem a moto parecer mais sólida, mais “no chão”.
É o tipo de refinamento que mostra o quanto a Honda entende o público: gente que quer rodar sem pensar em problemas, com confiança de sobra no que está sob o banco.
A alma da CG continua sendo seu motor monocilíndrico de 162,7 cm³. São 14,4 cv a 8.000 rpm e torque de 1,41 kgf.m a 6.750 rpm — números conhecidos, mas que entregam exatamente o que se espera. Ele responde rápido, é dócil no uso urbano e praticamente inquebrável.
O câmbio de cinco marchas tem engates curtos e precisos. É aquele tipo de transmissão que o piloto opera por instinto, sem pensar. E o sistema de freios CBS, que distribui a força entre as rodas, mantém o padrão de segurança que virou referência na categoria.
Mas o segredo da CG vai além da mecânica. É o som do motor, o jeito previsível com que ela se comporta no trânsito, o consumo sempre exemplar. É uma moto que não precisa provar nada — apenas seguir fazendo o que sempre fez: funcionar.
A eficiência continua sendo um dos maiores trunfos da CG 160 Start 2026. O motor monocilíndrico de 162,7 cm³, aliado ao baixo peso e à injeção eletrônica, permite médias próximas de 45 km/l em uso urbano e rodoviário combinado. É um resultado que traduz o equilíbrio entre desempenho e economia, característica que há décadas define a linha CG. Em trajetos urbanos, o consumo pode variar conforme o estilo de pilotagem, mas o rendimento segue entre os melhores da categoria.
Em rodovias, a Start mostra fôlego surpreendente para uma moto de entrada. A velocidade máxima estimada chega a 135 km/h, alcançada de forma progressiva, sem vibrações excessivas e com boa estabilidade. A transmissão de cinco marchas contribui para um giro de motor sempre equilibrado, entregando respostas rápidas nas retomadas sem comprometer o conforto em velocidades de cruzeiro.
Fonte: Honda.