4 dos carros mais feios já feitos pelo mundo; o último está gerando polêmica até hoje
Nem todo carro nasce para ser bonito — e tudo bem! Em um universo onde Ferraris e Lamborghinis fazem os olhos brilharem, alguns modelos optaram por seguir um caminho… digamos, mais alternativo. E nesse desfile de horrores sobre rodas, tem carro que parece ter sido desenhado num guardanapo em um jantar caótico.
Pontos Principais:
- Fiat Multipla virou ícone dos memes por seu design incomum.
- O SsangYong Actyon chamou atenção com formas angulosas e robustas.
- Reliant Robin ficou famoso por tombar nas curvas com suas três rodas.
- A Tesla Cybertruck divide opiniões com estilo geométrico futurista.
Mas a beleza é subjetiva, certo? Bom, às vezes nem tanto. Quando um carro consegue unir faróis desalinhados, traseira desproporcional e um visual digno de filmes de ficção científica de baixo orçamento, a crítica automotiva — e a internet — não perdoa. Muitos desses modelos viraram lendas, não por suas qualidades técnicas, mas por desafiar as leis da estética com coragem e convicção.
Então, prepare-se para conhecer alguns dos carros mais feios da história. Aqueles que, mesmo com aparência duvidosa, conquistaram fãs, viraram memes e deixaram sua marca — mesmo que torta — na indústria automotiva. E quem sabe, no fim, você até ache um charme neles. Ou não.
Fiat Multipla

Lançado em 1998, o Fiat Multipla ficou conhecido por um design nada convencional. Seu conjunto frontal com faróis em dois níveis causou surpresa e dividiu opiniões desde o início. A largura da carroceria também se destacava, tornando-o visualmente desequilibrado em relação a outros veículos da época.
Apesar das críticas estéticas, o Multipla oferecia um espaço interno bastante funcional. Era um dos poucos modelos da categoria com capacidade real para seis ocupantes em dois bancos de três lugares. Isso o tornava uma opção atraente para famílias maiores, mesmo que o design fosse alvo de piadas.
Produzido até 2010, o modelo acabou se tornando um ícone cult entre os entusiastas de carros diferentes. Hoje, é lembrado mais pelo impacto visual do que pelos atributos técnicos, mas representa um momento em que a Fiat arriscou e saiu da curva — literalmente.
SsangYong Actyon

O SsangYong Actyon, fabricado entre 2005 e 2010, é um SUV sul-coreano que ganhou notoriedade por seu design incomum. As linhas frontais angulosas e a traseira volumosa contrastavam com os padrões visuais tradicionais, gerando estranhamento entre consumidores e especialistas.
Ainda que o visual fosse o principal motivo de atenção, o Actyon trazia atributos positivos. Era equipado com motores fornecidos pela Mercedes-Benz, o que garantia bom desempenho e confiabilidade mecânica. O interior também era espaçoso e funcional para a categoria.
Com o tempo, o Actyon acabou ganhando status de “curiosidade automotiva”. Muitos o consideram um exemplo de como o design pode afastar o público, mesmo quando há qualidade no restante do projeto. É um carro que ficou marcado mais pela ousadia do que pelas vendas.
Reliant Robin

O Reliant Robin foi lançado no Reino Unido com a proposta de ser um carro econômico e acessível, mas sua carroceria com apenas três rodas comprometeu a estabilidade. Ao fazer curvas em velocidades moderadas, o modelo apresentava tendência a tombar, o que virou motivo de piada.
O visual compacto e aerodinâmico do Robin era acompanhado de um motor modesto, voltado para o uso urbano. A proposta era boa: um veículo leve, de baixo consumo e fácil de dirigir, principalmente para motoristas iniciantes ou com carteira de motocicleta.
No entanto, a baixa segurança e o comportamento instável na estrada fizeram do Robin um ícone involuntário do design mal-executado. Tornou-se presença frequente em esquetes de comédia britânica e hoje é mais lembrado pelo humor do que pela funcionalidade.
Tesla Cybertruck

Apresentada por Elon Musk, a Tesla Cybertruck rompe com todos os padrões de design automotivo. Seu visual é composto por linhas retas e angulosas, com carroceria em aço inoxidável exposto, sem pintura. A aparência remete mais a um veículo militar do que a uma picape urbana.
Desde o anúncio, a Cybertruck dividiu opiniões. Muitos críticos classificaram o design como feio ou até grotesco, mas essa estética diferenciada se tornou justamente o seu diferencial. A proposta era criar algo que se destacasse totalmente dos concorrentes — e isso foi alcançado.
Apesar da polêmica, a picape conquistou uma legião de fãs e milhares de pré-vendas. Seu sucesso mostra que, às vezes, a inovação visual pode superar a resistência inicial do público, especialmente quando aliada à alta tecnologia embarcada e à marca Tesla.
Fonte: Jornaldocarro, AutoEsporte, AutoPapo e Em.


































