A JAC Hunter entra no jogo das picapes médias com força bruta e pacote completo. Motor 2.0 turbodiesel de 191 cv, câmbio automático de 8 marchas e tração 4×4 colocam a picape no nível de uso pesado — leva até 1.400 kg e encara terreno ruim sem drama. O visual moderno, LEDs, teto solar elétrico e multimídia compatível com Android Auto e Apple CarPlay completam o apelo para quem quer potência com conforto. Modos Eco, Sport e Snow/Mud deixam o acerto mais versátil para qualquer rotina.
A Hunter manda bem no que importa: carga maior que boa parte das rivais, estabilidade honesta e desempenho sólido no off-road. O interior agrada, mistura conforto com tecnologia e entrega uma experiência acima do esperado pela marca.
Mas tem ponto fraco. Falta pacote de segurança mais avançado, como frenagem automática e alerta de ponto cego, e o preço de cerca de R$ 260 mil pode afastar quem compara direto com marcas tradicionais do segmento.
Para quem pensa em pegar uma Hunter 0 km, vale checar a rede de concessionárias para garantir suporte e peças. Negociação precisa incluir desconto, benefício ou manutenção. Como é um modelo novo no mercado brasileiro, testar o carro é obrigatório — só assim dá para saber se ele atende seu uso real, seja no trabalho ou no dia a dia.
A JAC Motors retornou ao segmento de motores a combustão com o lançamento da caminhonete média JAC Hunter, após dois anos dedicados exclusivamente a veículos elétricos. Lançada em versão única por cerca de R$ 259.990, a Hunter promete disputar espaço com rivais consolidadas como Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. Este lançamento marca uma mudança estratégica da fabricante chinesa, que busca diversificar sua oferta e atender a um público que valoriza robustez, versatilidade e custo-benefício em picapes médias.
A caminhonete está equipada com um motor 2.0 turbodiesel que entrega 191 cavalos de potência e 46,9 kgfm de torque. O conjunto mecânico inclui transmissão automática de oito marchas da renomada ZF e tração 4×4 com reduzida. Com essa configuração, a JAC Hunter acelera de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos, segundo dados fornecidos pela fabricante. Este desempenho coloca o modelo em um patamar competitivo dentro de sua categoria, oferecendo boa resposta tanto em estradas pavimentadas quanto em terrenos irregulares.
Além do desempenho, a capacidade de carga é um dos principais atrativos da Hunter. A caçamba suporta até 1.400 kg, superando as capacidades de suas concorrentes diretas e ficando atrás apenas da Ram 3500, que comporta 1.694 kg. A capacidade de reboque, com freio, chega a 5.250 kg. Embora o volume da caçamba em litros não tenha sido divulgado, essas características reforçam o posicionamento da Hunter como uma opção robusta e funcional para o trabalho e o lazer.
A JAC Hunter oferece uma extensa lista de equipamentos que reforçam seu apelo junto aos consumidores. Entre os itens de conforto e conveniência, destacam-se bancos dianteiros com ajustes elétricos, rodas diamantadas de 18 polegadas e teto solar. A caminhonete também conta com ar-condicionado digital e freio de estacionamento eletrônico, recursos que aumentam a praticidade no dia a dia.
A iluminação é garantida por faróis de LED, enquanto a direção elétrica, com modos personalizáveis, proporciona uma condução adaptada às preferências do motorista. Adicionalmente, a caminhonete é equipada com acessórios como estribos, rack de teto e santantônio, que ampliam sua funcionalidade e versatilidade para diferentes usos.
No quesito segurança, a Hunter não decepciona. O modelo vem equipado com seis airbags, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. Além disso, o sistema de monitoramento de pressão dos pneus contribui para uma condução mais segura, alertando o motorista sobre eventuais irregularidades.
A entrada da JAC Hunter no segmento de caminhonetes médias ocorre em um mercado dominado por modelos consolidados como Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. Esses veículos já possuem uma base de clientes fiel, e a Hunter busca se diferenciar por meio de sua alta capacidade de carga, equipamentos completos e preço competitivo.
O mercado brasileiro é notoriamente desafiador para novas concorrentes, mas o lançamento da Hunter reflete uma estratégia de diversificação por parte da JAC Motors. A decisão de retornar aos motores a combustão pode ser vista como uma tentativa de atender a um público que, por diferentes razões, ainda não está completamente pronto para adotar veículos elétricos. Isso é particularmente relevante em regiões onde a infraestrutura de recarga é limitada.
Abaixo estão as principais especificações técnicas do modelo:
O interior da JAC Hunter foi projetado para proporcionar funcionalidade e conforto. Os bancos dianteiros com ajustes elétricos e o acabamento interno bem planejado tornam o modelo atrativo para diferentes perfis de consumidores. A caminhonete também inclui ar-condicionado digital, freio de estacionamento eletrônico e uma direção ajustável que pode ser personalizada de acordo com as preferências do motorista.
A caçamba é um dos pontos fortes do modelo, permitindo o transporte de grandes volumes de carga. Embora o volume em litros não tenha sido especificado, a capacidade de carga de 1.400 kg se destaca no segmento. Este recurso, combinado com sua capacidade de reboque de 5.250 kg, posiciona a Hunter como uma das opções mais funcionais entre as caminhonetes médias disponíveis no mercado.
A JAC Hunter representa uma importante investida da JAC Motors no mercado brasileiro de caminhonetes médias. Com especificações técnicas sólidas, ampla lista de equipamentos e preço competitivo, o modelo tenta desafiar a hegemonia de rivais tradicionais como Toyota Hilux, Ford Ranger e Chevrolet S10. Sua alta capacidade de carga e conjunto de segurança completo são diferenciais que podem atrair consumidores em busca de um veículo robusto e versátil.
Ao mesmo tempo, a decisão de retomar a produção de veículos a combustão reflete uma abordagem estratégica da marca para atender às demandas do mercado. O desempenho da Hunter no Brasil será um termômetro importante para avaliar a receptividade dos consumidores a esse tipo de veículo no futuro.
Fonte: AutoEsporte.