Filha de Renato Gaúcho, Carol Portaluppi, vira amuleto do Fluminense e ‘estoura’ limite do pai nos EUA
Durante a campanha do Fluminense no Mundial de Clubes da FIFA 2025, Renato Gaúcho não teve que lidar apenas com a pressão dos adversários em campo. Fora das quatro linhas, a convivência com a filha, Carol Portaluppi, influenciadora digital e presença constante nos jogos do Tricolor, também gerou situações inusitadas. Em tom descontraído, o técnico revelou o “sufoco financeiro” causado pelos hábitos consumistas da filha durante a estadia nos Estados Unidos.
Pontos Principais:
- Renato Gaúcho revelou dificuldades com gastos da filha durante o Mundial.
- Carol Portaluppi presenteou o pai com nécessaire de marca de luxo.
- Ela se tornou presença constante nos jogos e símbolo de sorte do Fluminense.
- Carol usou redes sociais para pedir orações e seguir com o time nos EUA.
- Fluminense enfrenta o Chelsea na semifinal nesta terça-feira, 16h, em Nova Jersey.
Carol não só acompanhou o pai, como também ganhou destaque entre os torcedores e imprensa. Em um dos episódios mais comentados, ela presenteou Renato com uma nécessaire de uma marca de luxo, após se incomodar com a forma como ele transportava seus itens pessoais. A compra rendeu risadas — e reclamações. “Depois que eu soube o preço, acho que vou revender”, disse o treinador à imprensa, revelando surpresa com o valor desembolsado pela filha.

O momento, registrado nas redes sociais da influenciadora, viralizou rapidamente. A publicação mostrou o técnico recebendo o presente com uma mistura de gratidão e ironia. “Ela é uma máquina de gastar”, comentou Renato. A declaração reforçou o tom de intimidade familiar em meio à intensa rotina de treinos e jogos da competição.
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A relação entre pai e filha também ganhou os bastidores do Mundial. Após o empate do Fluminense com o Mamelodi Sundowns, que garantiu a vaga nas oitavas de final, Carol tentou convencer Renato a jantar fora. A tentativa falhou, mas o episódio foi lembrado com humor pelo comandante, que destacou o carinho, mesmo mantendo o foco na competição.
Com a sequência de vitórias do time carioca, a presença de Carol passou a ser encarada como uma espécie de amuleto pela torcida. Além de assistir às partidas, ela usou suas redes sociais para pedir orações e apoio aos tricolores, reforçando seu envolvimento com a campanha do clube e com o pai. A influência extrapolou o campo digital, marcando presença direta nos bastidores do Mundial.
O desempenho do Fluminense, que passou por equipes como a Internazionale e o Al-Hilal, coincidiu com a presença constante de Carol nos estádios. Internautas e torcedores começaram a associar os bons resultados à sua presença, fortalecendo a ideia de que ela poderia ser uma espécie de símbolo de sorte do elenco. A jovem, por sua vez, assumiu com bom humor esse papel nas redes sociais.
Na véspera da semifinal contra o Chelsea, marcada para esta terça-feira (8), às 16h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Carol recorreu novamente ao Instagram, tentando convencer o pai a deixá-la seguir com a delegação. Em meio a brincadeiras e súplicas públicas, ela reforçou seu desejo de acompanhar o Fluminense até o fim da competição. E, entre gastos e amuletos, a história da família Portaluppi segue sendo um dos capítulos mais comentados da trajetória do clube no torneio.
Fonte: Instagram, Lance e Terra.


































