O dia em que Ozzy Osbourne saiu apavorado do cinema após ver um clássico

Mesmo sendo o Príncipe das Trevas, Ozzy Osbourne confessou ter sentido medo real ao assistir a um clássico do terror com o Black Sabbath nos anos 70.
Publicado por em Famosos dia

Siga o Carro.blog.br no Google e receba notícias automotivas exclusivas!

Ozzy Osbourne construiu sua reputação como um dos maiores símbolos do heavy metal mundial. A imagem do cantor britânico está associada a transgressão, escuridão, rituais de palco e a célebre cena em que ele morde a cabeça de um morcego ao vivo. No entanto, mesmo com essa trajetória marcada por excessos e ousadia, houve um momento em que o medo venceu o personagem.

Pontos Principais:

  • Ozzy Osbourne revelou medo real ao assistir ao filme “O Exorcista”.
  • O episódio ocorreu durante uma turnê do Black Sabbath nos anos 70.
  • O grupo ficou tão abalado que assistiu a outro filme para relaxar.
  • Confissão foi feita em entrevista à dupla Tenacious D com bom humor.

Durante uma entrevista com a dupla Tenacious D, formada por Jack Black e Kyle Gass, Ozzy surpreendeu ao revelar que um filme de terror conseguiu abalar seus nervos. O nome do longa era “O Exorcista”. À época, o Black Sabbath estava em turnê pelos Estados Unidos e recebeu a sugestão de seu empresário para assistir ao filme em um cinema na Filadélfia.

A produção, dirigida por William Friedkin e lançada em 1973, já era considerada uma experiência intensa para o público comum. O que ninguém esperava era que ela também afetaria Ozzy e seus companheiros de banda. Segundo o próprio vocalista, a sensação foi tão perturbadora que todos saíram do cinema “literalmente se cagando de medo”, nas palavras do próprio artista.

Para conseguir superar a experiência, o grupo decidiu assistir a outro filme imediatamente depois. A escolha foi “Golpe de Mestre”, uma comédia policial estrelada por Paul Newman e Robert Redford, que serviu como antídoto para a tensão provocada pelas cenas pesadas e realistas do longa de terror.

Esse episódio não apenas humaniza Ozzy, mas também revela como “O Exorcista” conseguiu ultrapassar fronteiras culturais e geracionais. A intensidade emocional e o impacto visual da obra foram tão grandes que nem mesmo um dos homens mais associados ao oculto e ao macabro conseguiu sair ileso da experiência.

A confissão, feita com bom humor e certa nostalgia, não diminui a figura de Ozzy. Ao contrário: mostra que mesmo ídolos com imagem de invencíveis também carregam vulnerabilidades, especialmente quando confrontados com obras que desafiam os limites da mente humana e das crenças espirituais.

É curioso pensar que o “Príncipe das Trevas” precisou de um filme leve para dormir em paz após se deparar com uma ficção que, para ele, pareceu mais real do que muitas situações que já enfrentou em cima dos palcos.

Fonte: Rollingstone e Loudersound.

Alan Corrêa
Alan Corrêa
Jornalista automotivo (MTB: 0075964/SP) e analista de mercado. Especialista em traduzir a engenharia de lançamentos e monitorar a desvalorização de usados. No Carro.Blog.br, assina testes técnicos e guias de compra com foco em durabilidade e custo-benefício.