Funcionária leva à Justiça caso de humilhação ao pedir licença-maternidade para cuidar de bebê reborn

O caso de uma recepcionista que pediu licença-maternidade para cuidar de um bebê reborn e teve o pedido negado pela empresa, gerou discussões sobre maternidade não biológica, direitos trabalhistas e constrangimento no ambiente de trabalho. A mulher, que trabalha em Salvador desde 2020, alegou sofrer humilhações e exigiu R$ 10 mil por danos morais. Apesar da defesa ter retirado a ação principal, a recepcionista manteve o pedido de rescisão indireta do contrato e a indenização por danos morais.
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