O Jeep Avenger chega ao Brasil em 2026 com a mecânica centrada no motor 1.0 turbo flex T200, o mesmo conjunto que já equipa outros modelos da Stellantis no país.
A escolha define o perfil do carro desde a largada, urbano, ágil no trânsito e voltado para eficiência, não para aventura extrema.
Ao optar pelo T200, a Jeep deixa claro que o Avenger não quer ser um mini jipe de trilha, mas um SUV de cidade com respostas rápidas, rodar suave e custo de uso mais controlado. É o tipo de motor que conversa com quem enfrenta congestionamento, semáforo, subida de garagem e retomadas curtas todos os dias.
Esse 1.0 turbo flex entrega cerca de 130 cv e torque na faixa de 20,4 kgfm, números que, no papel, parecem modestos, mas na prática dão ao carro fôlego suficiente para o uso cotidiano. A proposta é mais de fluidez do que de arrancadas esportivas.
O casamento com câmbio CVT reforça esse comportamento. Nada de trocas secas ou sensação esportiva artificial. A prioridade é conforto, progressividade e silêncio, características que fazem diferença em quem passa horas dentro do carro em trânsito urbano.
Há também a expectativa de versões com sistema híbrido leve de 12 V. Não é um híbrido pleno, nem transforma o Avenger em elétrico disfarçado, mas ajuda em partidas, retomadas e redução de consumo, além de suavizar ainda mais o funcionamento no anda e para típico das grandes cidades.
Esse conjunto mecânico coloca o Avenger em sintonia direta com rivais como Fiat Pulse e Renault Kardian, que também apostam em motores pequenos, turbinados e eficientes. A diferença é o peso da marca Jeep e a forma como o carro será apresentado ao público, com mais apelo emocional e identidade visual forte.
Na rua, o T200 deve entregar um comportamento fácil de dirigir, com respostas rápidas em baixas rotações e silêncio em velocidade de cruzeiro. É o tipo de acerto que agrada tanto quem dirige quanto quem vai no banco do passageiro.