Fiat mantém liderança na frente de VW e Jeep surpreende em ranking da Fenabrave; BYD se aproxima da Honda
O mais recente levantamento da Fenabrave revela que a Fiat continua na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves em 2025. A fabricante italiana acumula 292.020 unidades vendidas de janeiro a julho, correspondendo a 21,45% de participação.
Pontos Principais:
- Fiat lidera acumulado de 2025 com 21,45% de participação.
- Volkswagen Polo foi o mais vendido em julho, superando a Strada.
- Jeep sobe duas posições e Honda perde três no ranking.
- BYD fica a menos de 1.000 unidades da Honda no acumulado.
O domínio da Fiat é reforçado pelo desempenho da Strada, que segue como o veículo mais vendido no acumulado, somando 75.592 unidades. No entanto, o Volkswagen Polo assumiu a liderança de vendas em julho, com 12.940 unidades, mostrando força pontual no mercado mensal.

O ranking geral do ano mostra Volkswagen em segundo lugar, com 227.001 emplacamentos e 16,68% de participação, seguida pela General Motors, que registra 144.285 unidades e 10,60%. Toyota e Hyundai ocupam a quarta e quinta posições, com 106.299 e 102.887 veículos vendidos, respectivamente.
A disputa entre as demais marcas trouxe movimentos importantes. A Jeep, por exemplo, saltou do oitavo para o sexto lugar em julho, enquanto a Honda caiu três posições, ficando atrás de Jeep, BYD e Nissan. Essa mudança expõe a crescente pressão das novas estratégias comerciais e dos lançamentos no país.
Em julho, o desempenho isolado colocou a Fiat no topo com 50.604 unidades, seguida pela Volkswagen com 41.630 e pela GM com 24.441. A Toyota alcançou 17.291 e a Hyundai 16.572, enquanto a Jeep somou 9.960 unidades, superando Renault e BYD no mês.
A BYD, por sua vez, consolida sua ascensão no mercado nacional, registrando 57.388 unidades no acumulado, apenas 729 a menos que a Honda. O avanço da marca chinesa reforça a tendência de crescimento dos elétricos e híbridos no Brasil.
A movimentação no ranking, especialmente a troca de posições e a aproximação entre marcas, reflete um mercado altamente competitivo e sensível às oscilações de oferta, novos modelos e estratégias de preço, com disputas acirradas tanto nas vendas mensais quanto no acumulado anual.
Fonte: Fenabrave.


































