Shakira volta ao Brasil e canta de graça em Copacabana no dia 2 de maio

Confirmada no Rio, Shakira volta ao país após turnê de fevereiro de 2025. Copacabana vira palco e a prefeitura prepara anúncio oficial.
Publicado por em Entretenimento e Rio de Janeiro dia
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2 de maio de 2026 entrou no calendário do Rio com um nome que já sabe o caminho do palco e do público brasileiro. Shakira foi confirmada como atração do Todo Mundo no Rio, megashow gratuito em Copacabana, e a escolha chama atenção por um detalhe simples: ela não é uma estrela em “retorno” ao país, porque esteve aqui recentemente, em fevereiro de 2025, quando passou por Rio de Janeiro e São Paulo com a turnê “Las Mujeres Ya no Lloram”, dedicada ao seu disco mais recente.

A confirmação percorreu um roteiro típico de grandes eventos. A informação, publicada por Lauro Jardim, colunista de O Globo, foi confirmada pela Folha com pessoas próximas à produção. Cerca de uma hora depois, o prefeito Eduardo Paes anunciou que a colombiana estará na praia e disse que a prefeitura vai apresentar mais detalhes em uma coletiva na manhã de quinta-feira, 12 de fevereiro.

A decisão encerra semanas de especulação em torno do nome da artista e coloca um ponto final em uma lista de cogitados que incluía Justin Bieber e Britney Spears. Shakira aparece como escolha que conversa com o tamanho do evento e, ao mesmo tempo, com a intimidade que ela construiu com o Brasil ao longo do tempo. A cantora é descrita como fluente em português e é apontada como uma das primeiras latinas a consolidar uma carreira sólida nos Estados Unidos e em outros mercados, algo que ajuda a explicar por que ela transita com naturalidade entre públicos tão diferentes.

O Brasil, no caso dela, não é escala exótica nem capítulo isolado de turnê. É um lugar que entra e volta a entrar no roteiro. Em 2025, a cantora foi fotografada em apresentação no estádio do Morumbis, em São Paulo, e a lembrança de shows anteriores no Rio reaparece sempre que seu nome surge em conversas sobre grandes multidões. A volta agora se dá em outro formato: sem ingresso, sem arena, com a praia como plateia, e com a promessa de repetir a imagem que o evento vem colecionando nos últimos anos.

O Todo Mundo no Rio já recebeu Lady Gaga em 2025 e Madonna em 2024. A diferença é que essas duas chegavam cercadas pelo peso de uma longa ausência de palcos brasileiros, enquanto Shakira retorna em intervalo curto. O contraste não diminui o apelo, só muda o tipo de expectativa: em vez da curiosidade do reencontro, entra em cena a familiaridade, a sensação de que ela conhece o idioma, o repertório e o termômetro da plateia.

No repertório que carrega o selo de sucesso global, duas faixas aparecem como referência imediata quando se fala no alcance da cantora: “Hips Don’t Lie” e “Waka Waka”, música da Copa do Mundo de 2010. O que Copacabana recebe em 2 de maio é essa mistura de pop com memória coletiva, em um evento que já se tornou tradição recente na cidade e que agora aguarda a coletiva marcada para 12 de fevereiro, quando a prefeitura promete detalhar a apresentação.

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Alan Corrêa
Alan Correa
Jornalista multimídia e analista de tendências (MTB: 0075964/SP). Com olhar versátil que transita entre o setor automotivo, economia e cultura pop, é especialista em traduzir dinâmicas complexas do mercado e do comportamento do consumidor. No Carro Das Notícias e portais parceiros, assina de testes técnicos e guias de compra a análises de engajamento e entretenimento, sempre com foco em dados e interesse do público.