Chevrolet Tracker 2026 muda visual e promete menos dor de cabeça na manutenção da correia dentada banhada a óleo
O Chevrolet resolveu encarar de frente um dos pontos mais polêmicos da sua linha: a correia dentada banhada a óleo. No Tracker 2026, ela não só continua lá como ganhou uma composição química repaginada, prometendo mais resistência e menos dramas de desgaste prematuro. A meta é simples: aguentar firme até a troca programada de 240 mil km, mesmo que o dono não siga à risca o evangelho do manual — ainda que a fábrica siga recomendando óleo Dexos e revisões a cada 10 mil km.
Pontos Principais:
- Correia dentada banhada a óleo com nova formulação para maior resistência.
- Garantia de fábrica ampliada para até cinco anos em todas as versões.
- Design externo redesenhado com faróis de LED e nova grade frontal.
- Interior atualizado com cluster digital e central multimídia integrada.
Na prática, isso é um recado claro para quem já ouviu histórias de “esfarelamento” da correia em modelos anteriores. A GM diz que o problema sempre esteve ligado a manutenção fora do padrão, mas não nega que a solução também passa por reforçar o material e diversificar fornecedores. A estratégia é manter a produção girando sem gargalos e, de quebra, aumentar a confiança de quem pensa em colocar um Tracker na garagem.
E não é só a parte invisível do motor que mudou. O Tracker 2026 chega com frente redesenhada, faróis de LED e interior atualizado, incluindo um painel mais tecnológico e cluster digital nas versões mais caras. É aquele tapa no visual que serve tanto para competir com rivais mais novos quanto para justificar a visita à concessionária.
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Outra jogada de marketing e engenharia foi a ampliação da garantia para até cinco anos. Isso coloca o SUV no mesmo patamar de Hyundai Creta e Jeep Renegade, e reforça a narrativa de que a GM confia no que constrói. Para o consumidor, é um empurrãozinho para fechar negócio sem medo de surpresas caras nos primeiros anos.
Sob o capô, nada de revolução: motor 1.0 turbo de três cilindros e câmbio automático de seis marchas nas versões mais vendidas, com a opção do 1.2 turbo mais potente para quem quer mais fôlego. No papel, os números continuam competitivos, mas a GM já prometeu corrigir dados inconsistentes no próprio site sobre a potência do 1.0.
O resultado é um Tracker que não nega as origens, mas tenta apagar as cicatrizes de problemas passados com uma boa dose de design, um aceno de confiança na mecânica e uma correia dentada que, ao menos no discurso, nasceu para durar mais do que as histórias que correm por aí.
Fonte: Chevrolet, AutoEsporte e Terra.


































