Ram Dakota chega em 2026 como versão premium da Titano com motor 2.2 turbodiesel
A Stellantis decidiu apostar alto no segmento de picapes médias ao trazer de volta ao mercado um nome que já fez história no Brasil. A Dodge Dakota, que foi produzida entre 1998 e 2001, retorna agora sob a insígnia da Ram, marca que representa robustez e sofisticação no portfólio global do grupo.
Pontos Principais:
- Stellantis relança a Dakota sob a marca Ram, com produção argentina.
- Picape compartilha mecânica com a Fiat Titano, mas com design Ram.
- Motor 2.2 turbodiesel de 200 cv e câmbio automático de 8 marchas.
- Chegada ao mercado brasileiro prevista para o início de 2026.
Com produção confirmada na Argentina, a nova Dakota chega ao Brasil no início de 2026. A estratégia é posicionar o modelo como uma alternativa mais refinada à Fiat Titano, com quem compartilha a maior parte da base mecânica. A Stellantis busca, dessa forma, reforçar a presença em um nicho cada vez mais competitivo.

No conjunto mecânico, a picape conta com motor 2.2 turbodiesel de 200 cavalos de potência, aliado a um câmbio automático de oito marchas. A tração é integral, conferindo capacidade para enfrentar terrenos exigentes e consolidando o modelo como uma opção versátil tanto para o trabalho quanto para o uso urbano.
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Embora seja “gêmea siamesa” da Titano em termos de engenharia, a Dakota se diferencia pelo visual imponente característico da linha Ram. A carroceria apresenta linhas parrudas e detalhes de acabamento que reforçam sua identidade própria, atendendo a um público que busca diferenciação no design.
A chegada da Dakota representa também uma ampliação do leque de opções da Stellantis no segmento. Enquanto a Fiat segue voltada a um público que prioriza custo-benefício, a Ram aposta no cliente que valoriza status e exclusividade. Essa divisão de posicionamento reflete a estratégia do grupo em expandir sua fatia no mercado.
O anúncio foi marcado por uma prévia conceitual que destacou o visual da Dakota, reforçando o vínculo histórico do nome com o Brasil. Apesar de a antiga geração ter saído de linha em 2001, o resgate da nomenclatura confere valor emocional e reforça a narrativa de tradição da marca.
Ao competir diretamente com modelos como Toyota Hilux, Ford Ranger, Chevrolet S10 e Nissan Frontier, a nova Dakota se insere em um campo de disputa acirrada. A expectativa é que o nome Ram, aliado a um conjunto técnico robusto e um visual diferenciado, ajude a conquistar consumidores brasileiros que buscam uma picape de médio porte com apelo premium.
Fonte: Stellantis.


































