Compra e venda de carros usados pode ser uma atitude econômica e ecológica

A gente sempre quer estar de carro novo, experimentar novas máquinas e poder curtir uma caranga diferente, mas nem sempre o dinheiro está tão bem quanto os nosso sonhos, por isso o comprar um carro usado pode ser uma solução econômica e ecológica.

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9 meses atrás
Compra e venda de carros usados pode ser uma atitude econômica e ecológica

Compra e venda de carros usados

Vender um carro usado é uma prática muito comum entre os proprietários de veículos no Brasil, mas uma questão em particular impede que muitos proprietários de carros usados façam um bom negócio: “Afinal, quanto vale o meu carro atualmente?”.

Para obter sucesso na venda de um seminovo, não basta ter um bom veículo e em bom estado de conservação, é preciso conhecer os preços de compra e venda praticados no mercado para não haver problema nas negociações. Porém, é um processo repleto de insegurança e dúvidas sobre as melhores práticas para não sair no prejuízo.

A primeira ação necessária para quem tem interesse em vender seu automóvel é saber o preço real do veículo. A partir disso, o usuário precisa decidir por qual meio será realizada a venda. É possível anunciar o veículo em sites, levá-lo a revendas e concessionárias ou mesmo a uma feira de automóveis para realizar uma venda particular sem ter de anunciar. Para cada uma das opções, a KBB explica as vantagens e como precificar seu veículo.

Vender para Revendedor

Quando se recorre a uma loja para a venda de um usado, o valor do veículo na maioria das vezes fica abaixo do valor descrito em tabelas de preço tradicionais, variando em razão do estado geral de conservação e da facilidade de comercialização do seu carro. Por outro lado, entregar o carro a uma revendedora de veículos oferece ao interessado velocidade maior na realização da venda.

Muitos quesitos são avaliados durante a venda de um automóvel usado para uma revendedora, como quilometragem, conservação, nível de equipamentos, cor, oferta e demanda do modelo em questão e alterações realizadas no veículo, bem como o valor dos impostos e outras despesas com que a loja terá de arcar para ter lucro ao negociar o veículo.

Vender para Particular

A venda por meio de pessoa física pode tornar o negócio mais vantajoso, permitindo ao vendedor negociar seu veículo por um valor maior. Ao mesmo tempo, por esse meio pode haver uma demora maior para concretizar a venda, além de riscos maiores na negociação.

As maneiras convencionais de precificação de carro fornecem um valor genérico do veículo, além de não contemplar o estado de conservação e rodagem do automóvel, seus itens de série e opcionais ou mesmo o preço de acordo com a região geográfica. E a demanda que há para aquela cor naquele local específico. Isso já fez muita gente perder dinheiro à toa.

Vender através de Classificados

As chances de vender o carro mais rápido aumentam ao expor o veículo em um ou mais classificados online, mas mesmo assim, pode demorar. O preço oferecido no veículo pode variar de acordo com a pressa do vendedor. E cai na mesma proporção da urgência dele.

Mesmo conseguindo alcançar mais pessoas com os anúncios e com mais flexibilidade e autonomia na negociação do veículo, há o risco de não conhecer o comprador interessado, que tanto pode ser alguém idôneo como um estelionatário de carteirinha. Nesse caso, é recomendável que se marque um encontro em local público e apenas entregar o veículo quando a transferência financeira for realizada e o documento de transferência estiver devidamente assinado.

A empresa conta com uma equipe de analistas especializados em gerar informações precisas para a negociação, dispondo de mais de 2 milhões de dados sobre preços de carros novos e cotações de usados, com base em transações reais e não em valores de venda anunciados. Com big data e tecnologia de ponta, os consumidores brasileiros podem ter acesso ao valor real do veículo de acordo com suas especialidades e evitar perdas financeiras ou frustrações durante as vendas.

Carros usados ou seminovos?

Carros usados:

  • Quilômetros rodados: a ​sua quilometragem é geralmente mais alta, podendo superar os 60 mil quilômetros rodados.
    Idade do veículo: os carros que se enquadram como usados têm mais de três anos de uso e normalmente tiveram mais de um dono.
  • Conservação: carros usados podem ter uma boa conservação dependendo da procedência, mas é preciso observar alguns detalhes como a troca de peças originais, problemas com o motor ou com a elétrica, além de sinais de batidas ou problemas na lataria.
  • Preço: por terem sido fabricados há mais de três anos, os carros usados têm um preço menor quando comparados aos seminovos. É necessário prestar atenção em todos os detalhes antes de efetuar a compra, para evitar gastos futuros com mecânica, lataria ou qualquer outro problema.

Carros seminovos:

  • Quilômetros rodados: carros seminovos possuem em seu histórico a quilometragem menor do que 20 mil quilômetros por ano.
    Idade do veículo: veículos seminovos têm como característica ter menos do que três anos de fabricação e apenas um único dono.
  • Conservação: por serem veículos mais novos e que passam por revisões regulares, os seminovos apresentam uma maior conservação das peças originais e muitos ainda contam com a garantia do fabricante.
  • Preço: os veículos seminovos possuem um preço mais elevado que os usados. Por outro lado, eles se assemelham muito mais aos carros zero quilômetro, que possuem preço bem mais elevado.

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