BYD Dolphin 2027 é registrado no Brasil e terá recarga ultrarrápida com novo sistema Flash Charging
A BYD vive um momento de expansão no Brasil e faz dois movimentos que deixam claro o tamanho de sua ambição. De um lado, prepara o lançamento do Dolphin 2027, versão atualizada do hatch elétrico que conquistou espaço entre os mais vendidos do país. De outro, inicia a instalação de uma rede nacional de recarga ultrarrápida capaz de transformar a forma como o brasileiro abastece um carro elétrico.
O novo Dolphin 2027 marca um passo além do atual. O modelo passou por reestilização, ganhou novos faróis, para-choques e interior redesenhado, além de crescer ligeiramente em comprimento. O resultado é um hatch com presença mais marcante e acabamento mais refinado, alinhado aos padrões mais recentes da marca na China.

Mas o avanço não é apenas estético. O carro chega com sistemas de assistência mais modernos, central multimídia aprimorada e atualizações voltadas para conforto e conectividade. Tudo indica que a BYD quer entregar uma experiência de condução mais madura, aproximando o Dolphin de rivais maiores e mais caros.
Enquanto isso, a marca prepara o terreno para sua nova infraestrutura de recarga. O sistema Flash Charging, já em operação na Ásia, promete recuperar até 400 quilômetros de autonomia em apenas cinco minutos. A tecnologia usa uma potência de 1 megawatt, tornando-se a mais rápida do mundo e superando até os supercarregadores da Tesla.
A instalação de 800 estações pelo país é o passo que faltava para a BYD dar escala à eletrificação no Brasil. A promessa é reduzir drasticamente o tempo de espera e eliminar o principal obstáculo para o uso diário de veículos elétricos, que é a limitação de recarga.
Com essa rede, a marca cria um ecossistema próprio: fabrica o carro, fornece as baterias e oferece o carregador. O plano é transformar a experiência do consumidor em algo mais simples e acessível, tornando a transição para a mobilidade elétrica uma escolha prática, não apenas tecnológica.
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Há também a expectativa de que o Dolphin 2027 seja produzido em Camaçari, na Bahia. A nacionalização reduziria custos e reforçaria a presença da marca no país, aproveitando a estrutura deixada pela antiga fábrica da Ford.
Com o novo hatch e o sistema de recarga ultrarrápido, a BYD mostra que não quer apenas vender carros elétricos, mas mudar a lógica do setor. O Brasil passa a ser uma peça importante dessa estratégia global, onde o tempo de carregar e o prazer de dirigir caminham lado a lado rumo a um futuro mais elétrico e acelerado.
Fonte: AutoEsporte e UOL.


































